Gato é registrado como hipnoterapeuta

Isso porque a hipnose é considerada “Ciência Ortodoxa” e um ramo sério da Psicologia agora… se as coisas são feitas nas coxas com o que a sociedade considera “medicina séria”, dá pra ver o estrago que fizeram com temas mais complexos como Astrologia, Ervas, Homeopatia, etc… Às vezes dá vontade de fechar as portas e deixar os conhecimentos herméticos trancados dentro das Ordens Invisiveis mesmo…

da BBC Brasil
Um apresentador de um programa da BBC conseguiu registrar seu próprio gato como hipnoterapeuta junto a três organizações que representam o setor no Reino Unido.

Chris Jackson, apresentador do programa Inside Out, descobriu que a regulamentação da atividade de hipnoterapia é tão falha no Reino Unido que ele resolveu registrar seu gato George usando um certificado falso.

Cada uma das três organizações que regulamentam a atividade no país aceitou como prova das credenciais do gato um certificado de uma organização fictícia, a Sociedade Autorizada de Terapeutas Avançados da Mente.

O gato George foi registrado na Diretoria Britânica de Programação em Neuro-Linguística (BBNLP, na sigla em inglês), a Associação Unida de Hipnoterapeutas (UFH) e a Associação de Clínicos Profissionais de Hipnoterapia (PHPA).

Depois da divulgação ao programa da BBC, a UFH admitiu o erro, acrescentando que desde então o problema já foi resolvido.

Um porta-voz da PHPA informou que a organização faz um grande esforço para garantir que cada credenciado seja um hipnoterapeuta qualificado.

Já a BBNLP afirmou que o objetivo da entidade é fornecer benefícios para seus integrantes, e não certificar as credenciais dos candidatos.

Chris Jackson teve a ideia de investigar a concessão de credenciamentos para hipnoterapeutas depois de uma denúncia semelhante feita por um psicólogo americano.

Steve Eichel suspeitou que organizações representantes do setor nos Estados Unidos não checavam as credenciais de seus membros.

“Senti que tinha que testar minha hipótese e resolvi obter certificados para meu gato nas mais importantes organizações de hipnose dos Estados Unidos. Foi um processo assustadoramente simples”, afirmou.

Este post tem 11 comentários

  1. Alessandro

    Salve Tio!
    É lamentável ler uma noticia como essa. Por outro lado, se as portas forem fechadas, o que seriam dos buscadores, que virão depois de mim e que ainda encontrariam o Maná escondidos nos seus textos?
    Sei muito pouco das Ordens Discretas, e menos ainda sobre as Ordens Invisíveis mas o que sei pode ter certeza que foram os textos que me fizeram pensar. Encontrar tais Ordens por íntuição é muito complicado, pois vivem-se com medo e com medo é impossivel pensar.
    Luz em Expansão!

  2. Vinicius Lira

    De certa forma, isso não desmerece tanto a validade do conhecimento hipnoterapêutico, até porque essas são apenas tramitações burocráticas. A questão é que o tipo de profissional que essas instituições legalizadoras devem estar colocando no mercado.

  3. Gustavo B.

    Eu acho a resposta muito simples, ainda que simples não seja a sua execução.

    “Não Jogue Pérolas aos Porcos”
    “Quem tem ouvidos ouve”
    “Bodhisattva”

  4. Felipe Metal

    Putz… Eu não tenho mta autoridade no assunto… Não sei se hipnose é algo válido, mas se praticado da maneira certa creio que sim. Mas é msm MDD, se num ramo amplamente “aceito” e divulgado acontece esse tipo de sacanagem… Num precisa falar mais nada né?!

    Agorra, durma, durma, durma, durma, durma…

    ZZZZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz….

  5. Eduardo

    Eu sei que a ciência é um pouco caxias quanto aos seus métodos. Mas acontece que deve ser assim. O próprio Galileu calculou o que seria o lugar exato do inferno! E olha esse gato! Se deste modo que a ciência é ainda existem os esquisotéricos, que dirá se não fosse. Sinto dizer, mas ela deve permanecer assim, pelo menos pelos próximos séculos. Para o nosso bem.

  6. Mih

    Vou aproveitar e registrar o Galileo e a Galathea, o que acha, tio?
    ^^
    Vc viu que a Thea tem potencial para psicoterapeuta… huahuauahuahahuuahhau

  7. Hundo Argento

    Tantos Pastores pra registrar como hipnotizadores…

  8. Baylon

    A hipnose é um tema muito sério. É uma ferramenta de controle mental. Quem gosta de meditação, se me permitem sugerir, aprendam um pouquinho sobre hipnose pois tem técnicas muito válidas, especialmente terapeuticas. Nada a ver com aqueles blá blá blás de palco. Posso até falar sobre o assunto se quiserem…

    Enfim, mas como no Reino Unido, das “entidades de classe” nem sempre se pode esperar muito. Me parece que a que melhor trabalha é a OAB no Brasil. E todo mundo já deve ter visto pessoas reclamando do CREA, do CRM, do CORE e de muitos outros. Aqui no Brasil para “praticar” hipnose teria que se filiar ao Sindicato dos Terapeutas Alternativos – que deve ser tão exigente quanto essas entidades Britânicas.

    Mas, não misturemos as coisas!!
    A seriedade da hipnose nada tem a ver com a falta de seriedade de grupo de pessoas empenhadas em tirar algum dinheiro alheio.

    E, por pior que pareça, o fato de a Hipnose – a priori invalidade e considerada ocultismo pela ciência, assim como o Reiki – já se transformaram em estudos com olhar cientifico, mostra que está aberto o caminho para o fim dessa dualidade corpo-espírito, ciência-religião, bem-mal que insiste em aniquilar o desenvolvimento humano!

    @MDD – Me manda um texto bacana sobre o tema que eu posto aqui 🙂

  9. BAYLON

    Segue um texto sobre o assunto. Não sei se era exatamente assim o tema que você pensou, mas tem algumas coisas úteis na internet, fiz um catado, junto com coisa que aprendi em treinamentos e leituras.

    Dá para falar muito sobre dualidade também!!

    Hipnose: Ciência ou Magia

    Nós, cidadãos normais, muitas vezes associamos hipnose àqueles shows e demonstrações de palco, seja na TV, no circo e às vezes em praça pública, embora este último esteja mais raro e proibido em alguns países.

    Para muitos cientistas, que se dizem, verdadeiros praticantes de ciência, hipnose é ocultismo. Da mesma forma muitos ocultistas entendem a hipnose como ciência. Tanto um como o outro, talvez por falta de conhecimento mais profundo, julgam pelas demonstrações de palco. Ridicularizam. Menosprezam. Essa que talvez seja uma das melhores ferramentas que temos para acesso e ou controle dos nossos estados mentais, comportamentais, emocionais, astrais, supramentais, de identidade e ainda pode transcender. A hipnose permite a viagem no tempo: passado e futuro – interpretado cientifica e fisiologicamente como hipermnésia e alucinação. É acesso direto ao inconsciente – ou subconsciente, depende de qual escola psiquiátrica você gosta – te permitindo conectar com algo maior, com a Egrégora do insconsciente coletivo, forte o suficiente para alterar a energia do seu plano emocional, dos seus chácaras, proporcionando desconexão momentânea com o físico e conectando suas percepções ao plano astral, equivalente a sensação de relaxamento profundo, levitação.

    Na antigüidade a sociedade Egípcia (por volta de 1500 a.c.) utilizava a hipnose em seus templos do sono, as doenças eram tratadas após o paciente ser submetido ao transe hipnótico; existem provas arqueológicas de tal prática como vasos de cerâmica onde aparecem figuras de médicos fazendo intervenções cirúrgicas de (para a época) grande porte, o que sabemos ser muito difícil, pois a anestesia não era conhecida. Tais médicos eram representados emitindo sinais mágicos ou raios dos olhos como forma de estereotipar a ação do hipnotizador. Tal procedimento, conhecido hoje como hipnose médica, tem uma melhor palavra, “sofrologia” (muito mais utilizada em outros países Latino-americanos) oriunda da deusa grega Sofrosine. Ao pé da letra: Sos (tranqüilo), phren (mente) e logia (ciência), ciência da mente tranqüila.

    Da mesma forma, na antiga Grécia, os enfermos eram postos a dormir em templos e despertavam curados. Os gregos iam aos tempos de Sofrosine e após entrarem em transe ouviam os sermões dos sacerdotes desta deusa que diziam ter poderes curativos, após o procedimento os enfermos retornavam às suas atividades gozando de plena saúde e alegria. Também na Índia, Caldéia, China, Roma, Pérsia a hipnose era utilizada para conseguir fenômenos psíquicos (provavelmente hipermnésia e anestesia) que na época eram considerados místicos, esotéricos, paranormais ou sobrenaturais. Muitos documentos da antigüidade provam o uso da técnica por sacerdotes, médicos, xamãs entre outras pessoas importantes dentro de tais sociedades. É importante deixar claro que, em boa parte dessas sociedades (sempre muito ligadas a sua religião), a medicina era muito influenciada por fatores espirituais e quase sempre praticada por sacerdotes; a “arte de curar” era muito distante do aspecto técnico-científico encontrado hoje em dia. De uma maneira geral, se a pessoa fosse curada o mérito era totalmente dado ao sacerdote, caso não fosse, era por sua falta de fé.
    Na Idade Média pessoas foram condenadas (e mesmo mortas) por fazerem uso da hipnose. Restritiva, a Santa Inquisição identificava os dominadores da técnica como bruxos ou satanistas, e como tais eram perseguidos. Tal fato é um tanto insólito, visto que era comum o uso do “Toque Real” – processo em que se acreditava que a pessoa ficaria curada com o toque das mãos de seu soberano (“Le Roy te teuche. Dieu te guerys” – o Rei te toca. Deus te cura). Hoje sabemos que isso nada mais é que uma técnica hipnótica
    Avicena (980-1037), filho de um homem de negócios, com extraordinária precocidade se distingui no domínio das ciências antes de completar os 16 anos, exercendo a prática de medicina e a filosofia. Avicena escreveu O Livro das Curas, um tratado pioneiro sobre a saúde da mente. Avicena acreditava que muitas doenças podiam ser curadas pela vontade do paciente e pela persuasão. Esses conceitos são a base da hipnose.
    O termo hipnos-gnose derivado do grego (hypnos = sono), foi cunhado (1784-1860) pelo médico James Braid, que escreveu o livro Neurohipnologia, e tem a ver com o estudo dos fenômenos do sono. O nome escolhido advém de Hypnos – deus grego do sono – e foi escolhido devido a semelhança do estado de transe com o estado de sonolência. Vemos assim, que desde seu surgimento, a hipnose sempre esteve vinculada à busca da cura e é neste sentido que a ciência médica atual pesquisa não só a extensão que se pode obter, com o seu emprego, e também as respostas de como e porque o cérebro processa o estado hipnótico.
    O termo hipnose é hoje considerado um erro, visto que cientificamente o sono fisiológico se caracteriza por predominância de ondas delta, e o transe hipnótico por ondas alpha e beta. A hipnose é um estado de passividade cerebral, no qual há inibição da consciência periférica. Distingue-se do sono fisiológico, visto que a hipnose não ativa o sistema hipnogênico do tronco cerebral. Estudos realizados em sujeitos hipnotizados acusam EEG semelhante ao da vigília relaxada. Os reflexos neurológicos encontrados no sono fisiológico não são encontrados no sujeito hipnotizado. No estado hipnótico, contudo, são encontrados: dissociação, sugestionabilidade e hipermnésia, facilitando o acesso à vida interior do indivíduo.
    E os shows de mágica? Vale um post inteiro sobre isso, porém resumidamente podemos dizer que a hipnose é conseguida através de um conjunto de técnicas, acessíveis à qualquer ser humano. Bom, em função da quantidade de poder e dinheiro que se pode ganhar com isso as pessoas começam a usar as técnicas para fins diferentes do da busca da cura, equilíbrio energético e etc. Assim como vocês já viram demonstrações de palco, vocês já ouviram muitas pessoas desacreditarem da hipnose e se dizerem não hipnotizáveis.
    Nesse momento cabe lembrar que toda hipnose é auto-hipnose antes de qualquer coisa.
    Ou seja, se você não permitir, você não será hipnotizado.
    O hipnólogo serve apenas como ferramenta do hipnotizado.
    Então, as pessoas que comem cebola pensando que são uma maçã queriam, ou aceitaram isso? Sim. De alguma forma elas estavam pré dispostas a fazer parte do show, tanto foi que foram até lá, da mesma forma que muitos vão aos shows pré dispostos a fazer de tudo para provar uma farsa.

    Hipnológos são treinados a reconhecer sinais fisiológicos externos nas pessoas. Por isso, eles escolhem muito bem a pessoa que participará, no palco. Ah, sim, não precisa de um comparsa para enganar, mas podem ter certeza de que não é aleatório!

    Existem vários cursos bons de hipnose, por valores razoáveis, com duração de um fim de semana onde você pode aprender muito! E tirar melhor proveito das técnicas para sua vida, seu crescimento pessoal, sua evolução espiritual.

    Entre procurar razões mágicas, ocultas ou científicas, preferi conhecer e praticar as técnicas.

  10. Daniel

    Gostaria de saber sua opinião sobre a hipnose de Fabio Puentes

    @MDD – acredito se ele fizer comigo pessoalmente…

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