Caronte – Auto da Barca do Inferno

Publicado no S&H dia 17/jul/2008

There Chairon stands,
who rules the dreary coast –
A sordid god: down from his hairy chin
A length of beard descends,
uncombed, unclean;
His eyes, like hollow furnaces on fire;
A girdle, foul with grease,
binds his obscene attire

Dando continuidade ao quinto e último Psycopompo (Deus condutor das almas nos textos da Grécia Antiga), falarei brevemente sobre Caronte, o condutor das almas. Para quem pegou o barco andando, os outros quatro deuses que possuem livre trânsito no Reino Subterrâneo de Hades e representam interações do Plano Material com o Astral são: Thanatos, Hecate, Hermes e Morpheus.

Começarei esta matéria com um texto de um colega chamado Fernando Kitzinger, sobre a figura mitológica de Caronte.

Os gregos e romanos da antiguidade acreditavam que essa era uma barca pequena na qual as almas faziam a travessia do Aqueronte, um rio de águas turbilhonantes que delimitava a região infernal. O nome desse rio veio de um dos filhos do Sol e da Terra, que por ter fornecido água aos titãs, inimigos de Zeus (Júpiter), foi por ele transformado em rio infernal. As suas águas negras e salobras corriam sob a terra em grande parte do seu percurso, donde o nome de rio do inferno, que também lhe davam.

Caronte era um barqueiro velho e esquálido, mas forte e vigoroso, que tinha como função atravessar as almas dos mortos para o outro lado do rio. Porém, só transportava as dos que tinham tido seus corpos devidamente sepultados e cobrava pela travessia, daí o costume de se colocar uma moeda na boca dos defuntos. Segundo o mitólogo Thomas Bulfinch, ele “recebia em seu barco pessoas de todas as espécies, heróis magnânimos, jovens e virgens, tão numerosos quanto as folhas do outono ou os bandos de ave que voam para o sul quando se aproxima o inverno. Todos se aglomeravam querendo passar, ansiosos por chegarem à margem oposta, mas o severo barqueiro somente levava aqueles que escolhia, empurrando o restante para trás”.

Segundo a lenda, o barqueiro concordava apenas com o embarque das almas para as quais os vivos haviam celebrado as devidas cerimônias fúnebres, enquanto as demais, cujos corpos não haviam sido convenientemente sepultados, não podiam atravessar o rio, pois estavam condenadas a vagar pela margem do Aqueronte durante cem anos, para cima e para baixo, até que depois de decorrido esse tempo elas finalmente pudessem ser levadas.

A região onde o poeta latino Virgílio (70 -19 a.C.) situa a entrada da caverna que leva às regiões infernais, é um trecho vulcânico perto do vulcão Vesúvio, na Itália, todo cortado de fendas por onde escapam chamas impregnadas de enxofre, enquanto do solo se desprendem vapores e se levantam ruídos misteriosos vindos das entranhas da terra. Por outro lado, o rio Aqueronte, que desaguava no mar Jônio, tinha suas nascentes localizadas no pântano de Aquerusa, charco próximo a uma das aberturas que os antigos acreditavam conduzir aos infernos.

Também chamado Barqueiro dos Mortos ou Barqueiro dos Infernos, Caronte não é mencionado nem por Hesíodo nem por Homero, mas as referências que os mitólogos fazem a seu respeito geralmente o apresentam como um deus idoso, mas imortal, de olhos vivos, o rosto majestoso e severo; sua barba é branca, longa e espessa, e suas vestes são de uma cor sombria, porque manchadas do negro limo dos rios infernais. A representação mais comum que os pintores antigos dele fizeram, é de pé sobre a sua barca, segurando o remo com as duas mãos. Um mortal nela não podia entrar, a não ser que tivesse como salvo-conduto um ramo de acácia de uma árvore fatídica consagrada a Proserpina, divindade que raptada por Plutão, tornou-se rainha das regiões das sombras. A Sibila (profetisa) de Cumas deu um desses ramos a Enéias, herói lendário, quando este quis descer aos infernos para rever seu pai. Pretende-se que Caronte foi punido e exilado durante um ano nas profundezas do Tártaro, por ter dado passagem a Hércules na sua barca, sem que esse herói tivesse o magnífico e precioso ramo em seu poder.

O estudo das sepulturas gregas do século IV a.C. revela a existência de uma crença na vida além túmulo. As pinturas nos vasos mortuários mostram os vivos voltando ao túmulo para enfeitar a lápide com fitas, untá-la de óleo ou então para depositar oferendas como frutas, vasinhos de argila, coroas de louros. Algumas vezes os vivos estão conversando com o morto, enquanto este toca algum instrumento distraidamente. Estes vasos pintados mostram ainda a famosa barca de Caronte, divindade encarregada de transportar para o mundo subterrâneo as almas daqueles que já haviam morrido.

Caronte representa as Viagens Astrais ou Projeção da Consciência, a quinta maneira de interação entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos.
Projeção da Consciência é a capacidade que todo ser humano tem de projetar a sua consciência para fora do corpo físico. Essa experiência tem recebido diversas nomenclaturas, dependendo da doutrina ou corrente de pensamento que a mencione: Viagem Astral (Esoterismo), Projeção Astral (Teosofia), Experiência Fora do Corpo (Parapsicologia), Desdobramento, Desprendimento Espiritual ou Emancipação da Alma (Espiritismo), Viagem da Alma (Eckancar), Projeção do Corpo Psíquico ou Emocional (Rosacruz), Projeção da Consciência (Projeciologia), etc.
É sabido, desde a mais remota antigüidade, que a “Experiência Fora do corpo ” é um fato, envolvendo técnicas nítidas de cunho científico. Porém, devido ao desconhecimento sobre o assunto, grupos desinformados geraram fantasias sobre os “perigos” que envolveriam o processo, aliás inexistentes.

Desse desconhecimento advieram reservas e idéias errôneas, ficando o assunto restrito à uma minoria com pseudo controle e domínio de suas técnicas e conseqüências. Hoje, a “Projeciologia” insere-se na Parapsicologia como ciência adstrita, digna do maior crédito, contando com pesquisadores de vulto como Wagner Borges, Waldo Vieira, Sylvan Muldoon, Hereward Carington, Robert A. Monroe, entre tantos outros nacionais e internacionais, em vasta bibliografia.

A viagem astral (projeção astral ou projeção da consciência) consiste na exteriorização da consciência para fora do corpo físico ou definindo de outra forma, sair do corpo físico utilizando com veículo da consciência, o perispírito ou Duplo-Etérico.
Durante a noite, todos nós passamos, conscientemente ou não, por esta experiência. Dormir é necessário não somente para restaurar a vitalidade física como também para restaurar a vitalidade do corpo astral. O sono representa a desunião dos corpos astral e físico com a finalidade de “liberar” o duplo ou corpo astral, de modo que ele possa coletar energia e vitalidade de fontes astrais. Todos nós, quando dormimos, deixamos os nossos casulos físicos, e saímos em nossos corpos astrais . Os sinais e sensações desta saída do corpo você talvez já conheça. Uma sensação de entorpecimento, sensação de vibrações pelo corpo, ruídos estranhos que você escuta na hora de dormir, sensação de flutuar ou de aumento corporal. Lembra daquela sensação de queda que te acordou de repente, como se estivesse escorregando na cama? Quem ainda não teve o sonho vívido de voar? Quem de nós alguma vez já não sonhou que via um amigo distante, e logo depois recebia notícias suas, um telefonema ou uma carta do mesmo, que “coincidentemente” se lembrara de nós naquela mesma ocasião?
Será que você mesmo não se lembra daquela experiência aterradora em que se sentiu paralisado e pensou que havia morrido?

Estes são apenas uns poucos exemplos de fenômenos que estão ligados à Viagem Astral. Trata-se de um fenômeno absolutamente natural, que faz parte das capacidades inerentes a todo ser humano. Se você quiser também pode aprender a fazer viagens astrais conscientes.

Viagem Astral e Mitologia
A viagem astral é conhecida desde o início da nossa história. Ela faz parte da mitologia de muitas sociedades primitivas e relatos da mesma podem ser encontrados em todas as formações sociais. Provavelmente devido à perseguição religiosa, manteve-se oculta durante a Idade Média, sendo estudada e pesquisada em sociedades secretas, quadro que se manteve até o século XIX. Foi só em 1905 que, com a divulgação das projeções conscientes de Vincent Newton Turvey, na Inglaterra, pôde a viagem astral vir à público e se tornar matéria de estudos por pesquisadores do mundo inteiro. Mesmo assim ainda permanece muita ilusão à respeito do tema. Há quem pense que a capacidade de sair conscientemente do corpo seja uma capacidade restrita a seres altamente espiritualizados. Felizmente, nos dias atuais, o estudo da projeção astral não mais se restringe à nenhuma religião ou crença. Em qualquer livraria encontramos centenas de títulos dedicados ao tema (infelizmente a maioria lixo), mas a sua discussão pública tem permitido que um número cada vez maior de pessoas desenvolvam suas capacidades anímicas para realizá-la.

Psicossoma ou Duplo-Etérico
O Duplo-Etérico pode ser definido como contraparte extrafísica do corpo físico, ao qual se assemelha e com o qual coincide minuciosamente, parte por parte. É uma réplica exata do corpo físico em toda a sua estrutura. O Duplo-Etérico é constituído de matéria astral, que vibra numa freqüência mais sutil e é infinitamente mais refinada do que a matéria física que constitui o corpo físico. É normalmente invisível e intangível ao olhar e toque físicos. O Duplo-Etérico coincide com o corpo físico durante as horas em que a consciência está totalmente desperta. Mas, no sono, os laços que mantêm os veículos de manifestação unidos se afrouxam e o Duplo-Etérico se destaca do corpo físico. Essa separação é que constitui o fenômeno da projeção astral.
Normalmente, o Duplo-Etérico, quando projetado além do físico, mantém a forma daquele corpo, de modo que o projetor é facilmente reconhecido por aqueles que o conhecem fisicamente. Ele também é denominado de corpo astral, perispírito, duplo astral, corpo fluídico, etc.
O Duplo-Etérico é ligado ao corpo físico por um apêndice energético conhecido como cordão de prata.

Cordão de Prata
O Duplo-Etérico é ligado ao corpo físico por um apêndice energético conhecido como cordão de prata, através do qual é transmitida a energia vital para o corpo físico, abandonado durante a projeção. Em contrapartida, o cordão de prata também conduz energia do corpo físico para o Duplo-Etérico, criando um circuito energético de ida-e-volta. Esse interfluxo energético mantém os dois veículos de manifestação em relação direta, independentemente da distância em que o Duplo-Etérico estiver projetado. Enquanto os dois corpos estão próximos, o cordão é como um cabo grosso. À medida que o Duplo-Etérico se afasta das imediações do corpo físico, o cordão torna-se cada vez mais fino e sutil.
O cordão de prata também tem recebido diversas denominações: cordão astral, cordão fluídico, fio de prata, teia de prata, cordão luminoso, cordão vital, cordão energético, etc.
Um dos medos básicos do iniciante é o de que o cordão energético venha a se partir durante a projeção, acarretando, assim, a morte do corpo físico. Tal medo é infundado, pois isso não acontece. Por mais longe que o projetor estiver, o cordão de prata sempre o trará de volta para dentro do corpo físico. Também é impossível o projetor se perder fora do corpo ou não querer voltar ao físico. Para voltar, basta pensar firmemente no seu corpo físico e o retorno se dará automaticamente. É nesse instante que muitos projetores têm a sensação de queda e acordam assustados no corpo físico. É o famoso “sonhar que está caindo” que todos vocês já devem ter experimentado alguma vez.

O cordão de prata é um feixe de energias, um emaranhado de filamentos energéticos interligados. Quando ocorre a projeção, esses filamentos energéticos, que estavam embutidos em toda a extensão do corpo físico, projetam-se simultaneamente de todas as partes dele e se reúnem, formando o cordão de prata. Os principais filamentos energéticos são aqueles que partem da área da cabeça.

Como acontece
A Projeção pode ser involuntária ou voluntária.
Na projeção involuntária, a pessoa sai do corpo sem querer e não entende como isso aconteceu. Geralmente, a pessoa se deita e adormece normalmente. Quando desperta, descobre que está flutuando fora do corpo físico na proximidade deste ou à distância, em locais conhecidos ou desconhecidos. Em alguns casos, a projeção ocorre antes mesmo da pessoa adormecer. Na maioria das projeções involuntárias, a pessoa projetada observa seu corpo físico deitado na cama e fica assustada, imaginando que está desencarnada. Alguns projetores ficam tão desesperados que mergulham no corpo físico violentamente na ânsia de escapar daquela situação estranha. Outros pensam que estão vivendo um pesadelo e procuram, desesperadamente, acordar seu corpo físico. Entretanto, outras pessoas que se projetam involuntariamente se sentem tão bem nessa situação que nem se questionam sobre que fato é aquele, como ocorreu e porquê. A sensação de liberdade e flutuação é tão boa que nada mais importa para elas. Ao despertar no corpo físico, algumas imaginam que aquela vivência era um sonho bom. Muitos sonhos de vôo e de queda estão relacionados diretamente com a movimentação do Duplo-Etérico durante a projeção.
Existem as projeções voluntárias, nas quais a pessoa tenta sair do corpo pela vontade e consegue. Nesse caso, o projetor comanda o desenvolvimento da experiência e está totalmente consciente fora do corpo; pode observar seu corpo físico com tranqüilidade; viajar à vontade para lugares diferentes no plano físico ou extrafísico; encontrar com outros projetores ou com entidades desencarnadas. Pode voar e atravessar objetos físicos, entrando no corpo físico à hora que desejar.
Na projeção voluntária, a pessoa tem pleno conhecimento do que ocorre e procura desenvolver o processo à sua vontade. Na projeção involuntária, a pessoa não tem conhecimento do que ocorre e, por isso, tem medo da experiência. Esse medo está na razão direta da falta de conhecimento das pessoas sobre o fato em questão.

Sintomas
Ocasionalmente, o projetor pode sentir uma paralisia dos seus veículos de manifestação, principalmente dentro da faixa de atividade do cordão de prata. Essa paralisia é chamada de catalepsia projetiva ou astral. Não deve ser confundida com a catalepsia patológica, que é uma doença rara. Catalepsia projetiva pode ocorrer tanto antes quanto após a projeção.
Geralmente, ela acontece da seguinte maneira: a pessoa desperta durante a noite e descobre que não pode se mover. Parece que uma força invisível lhe tolhe os movimentos. Desesperada, ela tenta gritar, mas não consegue. Tenta abrir os olhos, mas também não obtém resultado.
Alguns criam fantasias subconscientes imaginando que um espírito lhe dominou e tolheu seus movimentos. Essa catalepsia é benigna e pode produzir a projeção se a pessoa ficar calma e pensar em flutuar acima do corpo físico. Ela não apresenta nenhum risco, pelo contrário, é totalmente inofensiva. Portanto, se você se encontrar nessa situação em uma noite qualquer, não tente se mover. Fique calmo e pense firmemente em sair do corpo e flutuar acima dele.
Não tenha medo nem ansiedade e a projeção se realizará. Caso não pretenda se arriscar e deseje recuperar o controle de seu corpo físico, basta tentar com muita calma mover um dedo da mão ou uma pálpebra, que imediatamente, readquirirá o movimento. Além da catalepsia projetiva, podem ocorrer pequenas repercussões físicas no início da projeção, principalmente nos membros. Muitas pessoas, quando estão começando a adormecer, têm a sensação de estar “escorregando ” ou caindo por um buraco e despertam sobressaltadas. Isso ” acontece devido a uma pequena movimentação do Duplo-Etérico no interior do corpo físico.

Estado vibracional
São vibrações intensas que percorrem o Duplo-Etérico e o corpo físico antes da projeção. Algumas vezes, essas vibrações se intensificam e formam anéis energéticos que envolvem os dois corpos. Ocasionalmente, o estado vibracional pode produzir uma espécie de zumbido ou ruído estridente que incomoda o projetor. Na verdade, essas vibrações são causadas pela aceleração das partículas energéticas do Duplo-Etérico, criando assim um circuito fechado de energias. Essas energias são totalmente inofensivas e têm como finalidade a separação dos dois corpos.

Tipos de Projeção
PROJEÇÃO CONSCIENTE – É aquela na qual o projetor sai do corpo e mantém a sua consciência lúcida durante todo o transcurso da experiência extra-corpórea.
PROJEÇÃO SEMICONSCIENTE – É aquela na qual a lucidez da consciência é irregular e o projetor fica sonhando fora do corpo, totalmente iludido pelas idéias oníricas.
PROJEÇÃO INCONSCIENTE – É aquela na qual o projetor sai do corpo totalmente inconsciente. É um sonâmbulo extrafísico. Infelizmente, a maioria dos encarnados está nessa situação. Em toda a projeção, os amparadores estão presentes assistindo e orientando o projetor, mesmo que ele não os perceba. Na maioria das vezes, eles ficam invisíveis e intangíveis ao projetor. A projeção em que o amparador ajuda o projetor a sair do corpo é denominada de Projeção Assistida.
PROJEÇÃO E SONHO – Muitas pessoas confundem projeção com sonho. Outras confundem sonho com projeção. As diferenças entre sonho e projeção são bem óbvias:
* No sonho, a consciência não tem domínio sobre aquilo que está vivenciando. É totalmente dominada pelo onirismo.
* Na projeção, a consciência tem pleno domínio sobre si mesma.
* No sonho, não há coerência.
* Na projeção, a consciência mantém o seu padrão normal de coerência, ou até mais ampliado.
* No sonho, a capacidade mental é reduzida.
* Na projeção, a capacidade mental é ampliada.

Benefícios da Projeção
* O projetor, fora do corpo, observa eventos físicos e extrafísicos, independentemente do concurso dos seus sentidos físicos.
* Nas horas em que o seu corpo físico está adormecido, o projetor observa, trabalha, participa e aprende fora do corpo.
* O projetor constata, através da experiência pessoal, a realidade do mundo espiritual.
* Pode encontrar com espíritos desencarnados, comprovando assim, para si mesmo, “in loco”, a sobrevivência da consciência além da morte.
* Pode substituir a crença pelo conhecimento direto, através da experiência pessoal.
* Pode ter a retrocognição extrafísica, isto é, lembrando de suas vidas anteriores e comprovando, realmente, por si mesmo, a existência da reencarnação.
* Pode prestar assistência extrafísica através de exteriorização de energias fora do corpo, para doentes desencarnados e encarnados.
* Pode fazer a desobsessão extrafísica.
* Pode encontrar com pessoas amadas fora do corpo.
* Pode adquirir conhecimentos, diretamente, com amparadores fora do corpo.

Este post tem 37 comentários

  1. Kayo

    Olá!

    Marcelo, há muito tempo reconheço o blog como um espaço de possibilita a nós, iniciantes, obter o início de determinados conhecimentos de uma maneira séria e confiável. Confiável, não apenas porque não imagino como alguém se daria a todo esse trabalho pra divulgar inverdades (sem ganhar nada com isso, claro), mas porque é nítido o seu empenho não apenas no blog como no Project Mayhem entre outros, e a sua relação quase pessoal com nós, leitores.
    Queria, portanto, antes de tudo, agradecê-lo por isso, pois pelo menos para mim, a busca por conhecimento a respeito do contexto da nossa própria existência tornou-se algo fundamental e imprescindível, um vez que obtém-se a consciência de que existem coisas muito mais importantes em andamento do que os pormenores desimportantes das nossas vidas físicas – isso, claro, somado ao fato de que em todas as religiões, alguma coisa sempre me parecia estranho -, e o blog é um enorme auxílio.

    Então, mudando de assunto antes de correr o risco de alongar-me excessivamente, vem a pergunta que esse posto suscitou: existe algum livro/site/lugar onde seja possível conseguir uma informação mais precisa sobre o desenvolvimento de projeções conscientes? procurei na bibliografia existente no blog, mas lá não tinha nada a respeito.

    Agradeço se puder ajudar com – mais – isso!

    @MDD – O site do Beraldo é o melhor: http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/

  2. Rodrigo

    Marcelo, uma coisa que eu não entendi, o cordão de prata pode ser visto pela pessoa quando esta em projeção, ou é simplesmente uma sensação, voce sabe que esta lá mas não ve nada.

  3. victor

    Muito bom já tinha lido!

    a propósito quando chega o convite do project Mayhem eu mandei um e-mail no começo da semana e nao chegou ainda

  4. bruno

    e então marcelo.. quais são os exercícios que me permitem uma projeção astral consciente?

  5. Giovanni

    Tio DD,
    Existe algum interesse da sua parte em nos guiar nos passos de como realizar uma projeção? Recomenda algum livro ou artigo que elucide mais sobre o assunto, bem como um “guia” para isso?
    grato.

  6. Rodrigo

    Existem maneiras confiáveis de descobrir suas encarnações passadas? O que vem a ser ‘retrocognição extrafísica’?

    @MDD – É o nome star trekiano que o Waldo Vieira inventou para “regressão de Memória”. É quando a pessoa consegue se lembrar de vidas passadas.

  7. Rômulo Freitas

    Olá DD, já li algumas vezes que ao nos projetarmos podemos inclusive sair da órbita terrestre, isso é verdade ou estamos restritos (mesmo astralmente) a este planeta?

    @MDD – acredito que se estivermos sendo guiados, podemos sair da Orbe do planeta sim. Tem esse ocultista meu amigo, mr. Joe, que uma vez foi levado para Júpiter para entender alguns conceitos sobre como funcionam alguns dos sentidos que eles possuíam. Pretendo escrever alguns textos de “ficção” baseados nas aventuras de mr. Joe.

  8. Uini

    Olá, gostaria de perguntar se algum preparo antes de dormir para atingir a projeção, ou é conseguida apenas através da força de vontade?

  9. Emídio Miguel

    Nossa, eu senti essas vibrações e ruídos que você descreveu, bem como acordar mas não conseguir me mexer. Achei que era algum tipo de obsessor. Bom saber, agora posso aproveitar essas situação para treinar.

    Aliás, Marcelo, eu tentei realizar uma projeção durante o sono certa vez. Além de não conseguir, acordei um verdadeiro caco no outro dia, como que se tivesse levado uma surra. O que fiz de errado?

    Abraços, e parabéns pelos ótimos posts.

  10. Leonardo

    Boba minha pergunta. Mas fiquei pensando.
    Não pode acontecer de outro “espirito” entrar no corpo ?

    @MDD – Não, porque voce não “sai” do seu corpo, voce apenas prolonga o perispírito, continuando conectado ao seu corpo pelo cordão de prata. Imagine em uma analogia como sendo uma “massa” de ectoplasma que continua fazendo parte do seu corpo, mas se projeta em uma outra forma (e ainda assim a mesma forma, já que ambas estão conectadas), como quando você puxa aquelas massinhas tipo meleca e a divide em duas, mas ligadas por um fio. ainda é a mesma “massinha”, mas daí vem o nome “projeção” astral.

  11. Cleiton Moraes

    É fascinante pensar com uma experiência dessa natureza e intensidade! De fato é uma grande iniciação ao buscador, poder vivenciar o desprendimento da matéria para se certificar de que a finitude do “eu” não existe com a morte!

  12. Eduardo Oliveira Rocha

    Rapaz, incrível. Nunca imaginei que existisse uma outra realidade como essa. Para mim, que sou cético, se eu comprovadamente conceguir fazer(e me lembrar) de uma projeção astral, vai ser um choque. Rapaz…

    Sim DD, faltou uma coisa: vc passar um exercício para projeção astral…como você faz para se projetar astralmente? Que livro você acha confiável, já que tem muito lixo no mercado? Você se projeta astralmente com que frequência? Já pensou em escrever um livro(ou postar aqui) suas experiências?

    Por favor me responda…vai ser frustrante você ativar minha ânsia em conhecer a realidade astral, e não passar nenhum modo de chegar lá…

    Obs: eu não sei se foi por minha causa, mas em um dos posts passados eu reclamei justamente porque você não falava sobre isso…apesar de narrar algumas das suas experiências….

    É isso aí…um abraço da Bahia…

    @MDD – Prepararei um post sobre isso, com exercícios.

  13. Alejandro Matanza

    Texto muito bom. Sei aqui aqui não é consultório, mas tenho um relato e uma pergunta: Durante uma noite, estava sonhando com um lugar completamente coberto de água límpida e salgada, até onde a vista alcançava, em todas as direções. A água batia ora na altura de meu joelho, ora acima da cintura. Comecei a vagar, e tive a ‘noção’ de que estava tendo um sonho chato, e só isso. Então avistei ao longe uma pirâmide de concreto escuro projetada uns 10m para fora d’água. Fui naquela direção, ver o que era. A medida em que me aproximava, percebi que tinha dificuldade de locomoção. Olhei para baixo, e percebi que agora, como assoalho sob a água, havia uma multidão de cadáveres razoavelmente frescos. Não me assustei, apenas senti nojo. Cheguei próximo à pirâmide, e então tudo mudou: Estava no meu quarto, junto à porta, e observava meu corpo dormindo. Tinha a estranha capacidade de ver em todas as direções ao mesmo tempo. Aí percebi que no meu quarto também havia uma criatura que – se estivesse em pé – teria cerca de 3m de altura. Era branca, sem pelos no corpo, e estava enrolada em um tecido branco, meio poído, que pendia dos ombros e ia até as coxas. Tinha olhos negros bem dilatados, mas em todos os outros aspectos, me parecia humano. Senti medo, e instintivamente ameacei, não-verbalmente, a criatura: era como se um grito meu pudesse feri-la… estranho, né? Ficamos por instantes naquela situação de intransigência. O medo passou. Então a criatura começou a mover-se, e o tecido em volta do corpo dela na verdade era como asas de mariposa, se desenrolando. Entendi que ela ia embora. Ela recuou contra a parede, e desapareceu através dela. Quando “acordei”, percebi que estava com paralisia do sono. Após isso, não consegui dormir mais (e passava pouco das 4h da manhã). O que pode ter sido isso tudo? Desculpe o texto longo.

  14. JP

    Saudações Del Debbio, você tem alguma recomendação de livro sobre viagens astrais?. Queria um livro que tivesse instruções sobre como dominar as projeções não importando de qual linha filosófica ele venha. Muito bom o texto… como buscador iniciante ainda não fiz uma projeção consciente e gostaria muito de aprender.

    @MDD – Um dos melhores se chama “Viagens de uma alma”, de Peter Richilieu. Tambem pode ir no site http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/ do Beraldo, que é um dos melhores em conteúdo.

  15. Erwin

    Porra Eduardo, conseguir com C é foda..

    Mas MDD, prepara logo..xD

    Abracos

  16. TiagoMazzon

    Marcelo, estive pensando…

    Vc colocou no titulo “Caronte – Auto da Barca do Inferno”… eu verifiquei que o Gil Vicente, o autor desse livro, nao fez somente essa obra, mas sim uma trilogia, com os outros titulos sendo:
    – Auto da Barca do Purgatório e
    – Auto da Barca da Glória

    Ai nao poderia deixar de ser… minha imaginação pergunta: ele foi também um ocultista ? Ele praticava viagens astrais ? Ou ele simplesmente gostava de mitologia ?

  17. Eduardo Oliveira Rocha

    Ok Marcelo, vi o exercício do templo astral na seção de exercícios…mas e a bibliografia? Recomenda alguma para projeçãoa astral, já que é difícil achar um livro que preste?

  18. Eduardo oliveira Rocha

    Oi de novo DD…acho que virei visitante assíduo do seu blog…então como que eu faço para conseguir colocar uma foto minha nos meus posts?Ahhh, deixa vai….

    Sim, mudando de assunto…você viu o caso do filho adotivo que matou o pai empresário para ficar com a grana dele? A polícia revistou a casa dele e voila, encontraram itens que indicam uso de magia negra…que coisa…são coisas assim que colocam as ciências ocultas na lama…. lamento….
    Simmm…você não indicou a bibliografia para viagem astral (apesar de ter permitido minha postagem)….então como você não indicou, poderia me informar ao menos se esses sites são confiáveis? Se eles realmente treinam você para uma viagem astral conciente?

    http://www.viagemastral.com/

    http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1447&catid=79

    http://www.umanovaera.com/viagem_astral.htm

    e por favor, você conhece ou recomenda esses livros?

    Ele: Meu Amigo Espiritual. Luiz Carlos Carneiro. Editora LAKE. São Paulo, 1991. 94p

    Ensaios Extracorpóreos. Luiz Araújo. Edição do IIPC, 1998. 126p. 2a
    edição.

    Projeções da Consciência: “Diário de Experiências Fora do Corpo Físico”. Waldo Vieira.
    Edição do IIPC, 1999. 224p. 5a
    edição.

    Vivendo em Múltiplas Dimensões. Glória Thiago. Edição do IIPC, 1999. 366p. 1a
    edição.

    Po, se manifesta aí, vai, só para me orientar como que faço para me projetar concientemente….

  19. André

    Antes de tudo meu, sincero, muito obrigado por mais esse excelente post. Só uma dúvida:Eventualmente consigo tomar consciência que estou…longe da minha cama, rs, mas perco minha lucidez e depois acordo. Eu “gasto” toda minha energia quando faço o teste de voar ou criar um objeto?

  20. Padre Judas

    Tenho uma dúvida: o que ocorre com as pessoas que se dedicam ao trabalho com entretenimento quando desencarnam? Digo, o que elas passam a fazer do lado de lá? Um médico pode se dedicar a tratar dos outros (como o fez André Luiz). Um escritor pode até escrever romances moralizadores. Mas e se ele é um escritor de fantasia ou fc, como um Tolkien, Martin ou Asimov? Ou um atleta? Um comediante (como Zacarias ou Mussum)? Há publicação de livros de entretenimento no mundo espiritual? Competições esportivas? Shows humorísticos?

    @MDD – Se os universos de FC foram bem construídos, ele pode acabar tendo a surpresa de encontrar com ele do lado de lá, afinal, são construções astrais geradas por milhares e milhares de leitores (não duvido nada que alguma versão astral de Hogwards exista de verdade, por exemplo). Pelo que os livros relatam, existem shows e eventos de entretenimento, mas nunca vi nada sobre competições esportivas porque não faz muito sentido ter uma competiçao de arco-e-flecha em um local onde basta projetar a flecha no alvo que ela o acertará. Nos planos mais densos do baixo-umbral acho que existem esse tipo de competição; lutas e guerras tambem, mas nos planos mais sutis, não existe mais esta competição “física” porque nao faz sentido.

  21. Gustavo Costa

    Relendo posts antigos…Sempre é o amigo ( mr. joe ) rsrs. Me surgiu uma duvida lendo o ultimo comentario, a pessoa encarnada possui um mapa natal, a desencarnada libera as outras potencialidades que tem desenvolvidas ? Obrigado

  22. Viniciuscomentarista

    Marcelo, duas coisas que tava pensando.
    Num livro da Dion Fortune ela comenta sobre projeção, e que a GD no equinócio, se não me engano, tinha práticas de experiências fora do corpo, e ela disse alguma coisa tipo “o adepto, quando sai do corpo, não fica vagando por aí, não se perde, mas é encaminhado à lugares específicos da ordem”. Um troço assim…
    E ela descreveu um símbolo que ela focava a atenção, como um corredor para uma sala extrafísica.
    Achei interessante comentar isso, porque outro dia encontrei um material do Wagner Borges, falando de uma mandala, que com visualização constante, por aproximadamente 6 meses, antes de dormir, o símbolo ficaria encrustado na tela mental, e ao sair do corpo, ele poderia funcionar como um porta para outras regiões. Se não me engano, era um símbolo yogue, pelo que ele disse. Legal como as coisas se parecem tanto né?!

    A outra coisa que eu queria comentar: as experiências fora do corpo mais “espiritualista” (vou chamar assim pra poder diferenciar), aquela que foca mais na energização, parece diferente das experiências mais “ocultistas” (que o foco é mais a visualização). Não duvido que ambas funcionem, e realmente possam deslocar a consciência, mas eu noto alguma diferença.

    Vou dar um exemplo que aconteceu comigo.
    Eu fiz por uns 8 ou 9 meses, seguidos, técnicas de energização nos chakras, exteriorização, mantra no chakra frontal e tal pra sair do corpo. Consegui algumas vezes. A sensação era muito real, a lucidez maior do que no corpo, fora a sensação física de queda e encaixe, quando eu voltava ao corpo físico.

    Depois de uns 2 anos sem fazer isso com disciplina, quando eu tinha algum sonho que fosse meio real demais, ou significativo, as vezes eu achava que tinha saído do corpo, porque sentia a sensação de queda quando eu acordava, sentia como se eu estivesse fora (meio difícil explicar a sensação, mas é como se eu tivesse “arejado” e não tivesse ficado enfurnado no quarto). Ok, pode ter sido uma projeção com pouca lucidez…
    Mas uma vez, eu dormi pensando numa amiga, tive um sonho que considerei ser coisa só da minha cabeça, porque não tive sensação energética NENHUMA ao acordar ou durante a noite. Porém, na mesma noite, ela sonhou comigo, e o sonho foi igual, incluindo alguns detalhes.
    Como é isso?! Posso estar errado, mas eu sinto no momento que a projeção estudada no meio “espiritualista” é aquela com as sensações mais reais, e a do meio “ocultista” é como nesse caso do sonho, que eu consideraria como uma projeção normal, se tivesse tipo as sensações e fosse mais real.

    Foi mal a mensagem grande, mas eu realmente quero saber a diferença desses fenômenos, me interessa muito.

    1. Viniciuscomentarista

      Lendo agora um do Regardie…

      “Dentro do Nephesch duplo existe um princípio energético substantivo e vital.
      O primeiro é o chamado corpo astral ou a duplicata sutil à qual o corpo físico deve sua
      contínua existência e subsistência. Embora o desenvolvimento desse corpo de Nephesch
      constitua efetivamente um certo ramo da magia, não é nossa intenção tratar dele aqui já
      que tem pouca conexão com a alta teurgia. Pertencente ao domínio de Tiphareth existe
      um aspecto superior desse corpo astral que realmente entra de maneira muito ampla na
      teurgia prática. Não é realmente um corpo astral no sentido de um modelo vital que proporciona vida ao físico, mas sim um corpo mental ou de pensamento, o veículo direto
      das faculdades ideais e espirituais, cuja substância é aquela do astral superior ou divino.
      De acordo com Blavatsky é o Mayavi-rupa, o corpo de pensamento ou de sonho, o
      invólucro da mente, memória e emoção, conhecido e chamado em teurgia de corpo de
      luz.”

      Só compartilhando a resposta que eu encontrei esses dias pra essa pergunta que me acompanha tem alguns meses.

  23. peter

    uma vez ha alguns anos atras eu estava falando com Rawn Clark a respeito de projeção astral, na ocasião ele comentou que existe uma diferença entre projeção mental e projeção astral. Sendo que a ultima poderia ocorrer o rompimento do cordão de prata.
    MDD você podia dar uma explicação rapida sobre isso?

    @MDD – Se ele entende a “Projeção Mental” como uma projeção além dos sete níveis astrais, então SIM, há essa possibilidade do espirito retornar à forma primordial mental, fora da Orbe Terrestre.

  24. João Paulo

    E há perigos em projeção astral?
    Como por exemplo ser atacado por seres maus? Se tiver problemas, o que fazer nestes casos?

    @MDD – Perigos existem, mas para “pessoas normais” so é permitida a saida para projeçao acompanhada de amparadores, entao a chance de acontecer algum problema é minima.

  25. Sabina

    Olá Marcelo!
    Você cita no texto que “Dormir é necessário não somente para restaurar a vitalidade física como também para restaurar a vitalidade do corpo astral”. Então, se for por aí:
    -parece q a vitalidade do corpo astral é muito mais importante para o descanso do q a do corpo físico? Digo isso pq quando temos insônia, mesmo q o corpo fique paradinho a gente não se sente descansado…

    -seguindo o raciocínio, por acaso as pessoas q passam a noite toda paradas do lado do corpo físico estariam “reabastecendo menos a bateria”? Pq vc tb disse q o perispírito recolhe energia de “fontes astrais”.

    -e por último: quais fontes astrais seriam essas?
    Desculpe o tanto de perguntas,é q esses assuntos raramente são abordados 🙂

  26. Franklin

    Marcelo,

    poderia fazer algum post sobre exercícios de projeção astral ??

    Sei que talvez não seja muito recomendado para as “pessoas normais”, mas acredito que, assim como eu, que estou realizando as meditações do Ômer, há muitas pessoas que gostariam de ter a experiência astral justamente neste período.

  27. Ian

    Opa, muito boa a matéria! Mas, só por curiosidade: aquela foto do sujeito sentado em um círculo de fogo, do clipe “Shock The Monkey”, do Peter Gabriel, tem algum motivo para a escolha dessa foto, ou foi uma “coincidência”? rs Eu também acho aquele clipe bem “misterioso”!

    Abraço e continue o bom trabalho!

  28. Euclides

    Olá, sinto os sintomas da paralisia durante o sono desde a infância, chegando a ser frequente em dias seguidos. Desde princípio deste ano que procuro atingir o estado vibracional conscientemente, mas sem sucesso; consegui algumas projeções apenas durante o sono. A primeira foi bem lúcida, depois, ao invés de evoluir, não consegui mais ter uma projeção tão lúcida quanto a primeira. As projeções semi-lúcidas acontecem apenas aleatoriamente durante o sono e não as consigo utilizando técnicas que aprendi. Quando me projeto, procuro algum ponto para que eu consiga achá-lo quando estiver desperto durante o dia mas o local marcado mais parece coisa de sonho rrsssss. Sou iniciante e estas são minhas dúvidas e, se puder me ajudar, contacte-me.

    Abraços.

  29. Leandro M.

    MDD, quando li os benefícios (e o texto de uma forma geral) me veio uma dúvida, já que eu posso aprender e controlar tudo que faço nas projeções conscientes, eu poderia, por exemplo, realizar projeções voluntárias com o objetivo de aprender algum idioma (russo por exemplo) enquanto estou ‘projetado’, e aproveitar esse tempo extra pra essa aprendizagem? Se sim seria a mesma coisa de eu ir num curso de russo no plano material? Esse tempo ‘sem dormir’ atrapalharia meu descaça, por exemplo, quando eu ‘acordar’ pro trabalho eu estaria exausto? Prevejo infinitas possibilidades se as respostas forem positivas.

  30. Gabriel O.

    Olá tio, talvez já perguntaram e eu não achei, mas enfim… Na projeção consciente, o corpo físico descansa? Se eu passar 3 horas no astral (a percepção de tempo é a mesma?), para o corpo físico será como se eu tivesse dormido por 3 horas?

    @MDD – Sim. Ainda bem! rsrsrsrsr mas é possivel (e até comum) se houver muito esforço ou problemas no astral, o corpo físico sofrer também cansaço, dor ou machucados reais.

  31. Vinicius

    Lendo esta série de textos… Qual a diferença então do que é simbolizado por Morpheus e pelo Caronte? Só o nível de lucidez? Pelas minhas experiências, eu imaginava o plano dos sonhos (que talvez seja o mesmo plano “psíquico” em que atuam as visualizações criativas como o templo astral) como algo paralelo ao que se experimenta na projeção lúcida, talvez pela falta de lucidez que implica o ato de sonhar. Mas eu sinto que o “mundo dos sonhos” é algo muito mais simbólico, volátil, mental e psíquico do que o que experimentei com a projeção, que parecia ser algo mais concreto e “material”. Estou errado em algum ponto?

  32. Lucas Elias

    Tio Marcelo, é possível que exercícios de visualização ajudem a iniciar uma projeção astral?
    Tirei um cochilo visualisando meu duplo etérico saindo lentamente do meu corpo fisico, isso depois de ter relaxado mto bem meu corpo.. Durante o sono eu tive a sensação de levitar sobre a minha cama, durante isso eu fiquei bem calmo e relaxado.. Depois surgiu uma luz no teto do meu quarto e eu fui atraído por essa luz, aí isso me fez perder um pouco da concentração e eu acabei voltando pra o meu corpo fisico, foi como uma queda mas não foi tão brutal, foi uma queda “suave”.
    Isso pode realmente ter sido um princípio de projeção ou foi apenas a minha imaginação influenciada pela forte visualização antes do sono?

  33. Fernando

    Boa noite Marcelo,
    Achei o conteudo do seu blog sensacional, respondeu algumas perguntas que eu sempre tive, e quanto ao assunto de projecoes astrais, voce poderia me indicar um site onde eu possa aprender e treinar tecnicas para poder realiza-las?
    Obs: o site que voce recomendou para alguns leitores acima encontra-se indisponivel.

  34. Renato Azarias

    Marcelo,

    a título de contribuição, queria relatar a experiência que tive esta última noite com relação a projeção astral.

    Seguindo diretrizes simples que já li ao longo de anos e os últimos textos, sendo este o último, resolvi fazer uma experiência consciente, controlada; primeiro logo antes de deitar tomei um banho (tirar as impurezas físicas facilitam o desdobramento), já mentalizando, expondo a minha vontade ao subcosciente, aos guardiões, ao universo. Deitei usei técnicas simples para relaxamento, membro a membro, com a calma, a confiança, a segurança, e impondo a vontade da realização do que me propus, da forma como você relata e oriente nesses últimos posts. Nesse momento, já conseguia “movimentar” principalmente os braços e a cabeça, ficando o corpo todo imóvel. A última sensação bem consciente que tive, foi essa etapa descrita acima do “Estado Vibracional”, meu corpo todo vibrava em uma pequena intensidade, e em particular a região do chakra do plexo solar e coronário que vibrava / girando, muito intensamente. Depois disso, minha consciência foi se “apagando”, mas lembro vagamente de subir até o teto da minha casa, e ao longo da noite tive muitos “sonhos”.

    Espero ir lapidando mais essas experiências e agradeço a você, Marcelo, pelos, textos, informações e dedicação.

  35. Andarilho

    Um conhecido com muita facilidade de fazer projeções astrais conscientes, mas sem orientações mais “profundas” quando passou a fazer com mais frequência abriu um “canal” e ele passou a ver espíritos dentro de casa sem nenhum controle. Por medo ele parou de faze, sempre quando percebia que estava acontecendo criava um modo que parasse e fechou o “canal”.
    Você poderia falar algo sobre isso?

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