A Importância do Sacrifício de Cristo para a Humanidade


Por Sérvio Túlio
Houve uma época onde somente os seres humanos que tivessem sua reprodução programada por altos-sacerdotes através de complicados rituais, astrologia e genealogia perfeita poderiam ter um completo contato com o Divino. Seus corpos eram perfeitos em comparação com o resto da população. E por isso, eram de modo errôneo chamados de “Raça Superior”. Eles, ao longo da história tiveram muitos nomes. Brâmanes, Faraós, Levitas, e tantos outros que nem sequer são listados.
 
Em todos os antigos livros sagrados foi dada a ordem por um ser superior que não houvesse cruzamento de “sangue puro com o sangue impuro das raças inferiores”. A proibição do adultério, casamento entre familiares, poligamia, poliandria, e muitas outras formas de dogmatismos impostos à população em geral eram pouco para os “escolhidos”.
 
Há no veículo humano, partes. Estas partes são chamadas na anatomia oculta de “corpos do homem”. São três corpos, a mente e os três espíritos superiores. Todos são vestes para a ação do Ego nos mundos inferiores ao seu plano natal.
 
Os tais escolhidos tinham sua reprodução controlada, como foi dito anteriormente afim de que a Sabedoria fosse passada sem perda alguma. E esta sabedoria não era acessível a todos. Dentre estes corpos, dois, o Corpo de Desejos (Corpo Astral) e o Corpo Vital (Corpo Energético ou Matriz Vital) da grande maioria eram muito “rígidos” e pouco preparados para uma experiência extracorpórea tão necessária para trabalhos exteriores nos mundos mais sutis onde estes corpos são necessários. A separação completa do Corpo Vital provoca a morte imediata. Este é necessário atrelado ao Corpo Denso, pois sem ele, nosso corpo é apenas uma massa inerte de carne, pele e ossos. O Corpo vital é dividido em quatro éteres. Dois deles servem para manutenção do Corpo Denso e outros dois para o trabalho exterior. Um deles, a memória. Nas pessoas comuns, da época, os éteres eram todos unidos, impossibilitando a separação de parte do Corpo Vital. Apenas os “escolhidos da raça” que possuíam corpos mais evoluídos, preparados para uma separação e para o trabalho externo.
 
Por muito tempo eles foram tratados como guias de seu povo e auxiliares. Alguns foram elevados até o nível de Legisladores Divinos. Mas como sempre, o poder corrompe. Estes escolhidos, com o tempo foram tornando-se arrogantes, e tomaram para si o direito de interceder entre o povo e Deus. Com o tempo, foi o povo e estes sacerdotes se tornando separados de sua missão sagrada. O mundo foi se tornando vazio. E antigos valores foram perdidos.
 
Nesta época de grande depressão, a Divina Providência enviou o Grandioso Espírito Solar chamado Cristo. Mas ele passou por uma evolução diferente da nossa. Em seu mundo, não foi necessário um aprendizado em estágio tão grosseiro da matéria. E por este fato, ele não sabia construir um corpo físico para si. Tampouco um Corpo Vital. Foi necessário que para isso ele entrasse em contado com os mais elevados seres, espiritualmente falando, do planeta na época. Por diversas gerações, através dos tempos, e de todo o planeta, um espírito foi reencarnando sob a direção da Divina Providência. Depois de várias experiências de nível elevado, este realizou o maior e mais honrado sacrifício. Com a alcunha de Yeshua Ben Yossef (Jesus filho de José), este elevado ser, sacrificou os seus outros corpos para unir o seu Ego com o de Cristo, e fornecendo seus corpos, vital e denso como veículos para o Salvador vir à Terra.
 
Jesus foi iniciado em diversas escolas onde sempre demonstrava humildade. Suas palavras sempre eram “me ensine do início”. Entre estas escolas, a que mais fez parte de sua jornada foi a dos Essênios, da qual fazia parte. Muitas das vezes foi necessário que O Cristo fosse ao encontro destes mestres para poder recuperar seus corpos Denso e Vital. Já que a imensa vibração do Espírito de Cristo fazia estragos neles. Por isso que dizia que o Mestre às vezes se recolhia para descansar.
 
Jesus Cristo escolheu entre seus discípulos, homens de variados níveis cultural e econômico. Mas mesmo assim, o critério mais importante para aescolha de seus doze apóstolos (equivalente ao número dos signos e casas astrológicas) eram o seu valor espiritual, a enorme força de vontade, o desapego e a vontade de curar. A maior tarefa de Cristo era restituir a morada ao povo de Israel. Israel como símbolo. O coração.
 
Ele espalhou seus ensinamentos e a beleza de sua bondade por um período de três anos. Neste tempo, supõe-se que Ele fez milagres. (Ora, milagres seria forçar demais. Até porque, se Deus criou o Universo com todas as regras que possui, por que quebraria as próprias regras depois? Bom, se ele fez algo extraordinário, ele o fez segundo a Lei.) Mas o mais importante milagre que Cristo fez, foi o de rasgar o Véu do Templo. De uma vez por todas e para sempre. Pena que até hoje, as pessoas em geral não conseguem entender o valor disto, e perdem-se em suas vidas mundanas e sem valor.
 
A vinda de Cristo neste planeta foi necessária, pois, com seu sacrifício no Gólgota (o Monte da Caveira) a vibração dos seus corpos, ao seu cordão deprata se romper, foi tamanha, que segundo as escrituras, o povo chegou a ficar cego por alguns instantes. O planeta recebeu um impulso vibratório imenso, já que o Salvador fundiu os seus outros corpos ao do Espírito Planetário da Terra, fazendo assim com que o nível vibratório aumentasse exponencialmente e até os éteres do corpo vital do homem comum em todo o mundo agora tivessem a mesma capacidade dos “escolhidos de raça”.
 
Porém, o sacrifício de Cristo não acaba aí. Até hoje ele agoniza, e sofre as dores do parto de uma nova humanidade. Até que todos no planeta se conscientizem de que vivemos em uma Fraternidade Universal, evoluamos segundo a doutrina do “conhece-te a ti mesmo” e tenhamos a capacidade de nós mesmos nos elevarmos acima dos infortúnios da roda das encarnações, Ele estará atrelado às lentíssimas e dolorosas vibrações rudimentares do nosso mundo.
 
Bom, e quanto a Jesus, isso é uma outra história.

Este post tem 28 comentários

  1. Ghabriel Rodrigues

    That’s Amazing.
    Parabéns pelo ótimo, e inspirador post.
    Lembrou muito as coisas do tio Max. O velho Heindel.

  2. Eldridge

    “Ah! Quantas ilusões
    Nas luzes do arrebol
    Quantos segredos terá?”
    (?)

    1. Rodrigo

      Já leu o livro Ilusões do Richard Bach? Essa música veio de lá… Raulzito também leu =)

      1. Eldridge

        respondendo a pergunta: continuo seguindo o Manual do Messias. Eu não seria capaz de tatuar a suástica se não soubesse bem o que é o comunismo… (analogia inapropriada)

  3. raph

    Engraçado, eu estive pensando em escrever sobre isso desde que vi essa imagem do Promethea (e o que os personagens dizem nos quadros a direita da página).
    Não sei se o sacrifício de Jesus foi necessário, não sei nem se foi sacrifício… Seja o que for que tenha trazido de bom, penso eu que poderia ter ocorrido o mesmo se o escolhessem ao invés de Barrabás – para ser salvo da cruz. Muito embora também entenda isso como uma metáfora – até hoje escolhem Barrabás no Oriente Médio, por exemplo.
    Ou seja, nesse ponto talvez tenha uma visão diametralmente oposta do que foi dito: acho que a crucificação de Jesus foi uma das maiores vergonhas da humanidade. Mas claro que respeito quem acredita que foi necessária…
    Abs
    raph
    @”L”: Realmente foi uma vergonha. Talvez a maior da humanidade. Mas às vezes, nem tudo que é necessário para o Macro, é essencialmente “bom” para o micro.

  4. Osvaldo Vicente

    Primeiramente, parabéns pelo texto, muito bem colocado e levantando um tema interessante.
    Pois é, o poder corrompe, isto é fato, não importando em que se baseia o poder (espiritual, econômico, afetivo, etc). Não que não haja espíritos que saibam lidar com o poder, mas o ser humano traz em sua herança a capacidade de separar, elitizar, endeusar… Acho muito interessante a teoria do etnobotânico Terence McKenna em que ele diz que o primeiro contato do homem com o Divino se deu quando que por acaso, na busca por alimentos, ele comeu um cogumelo ou planta psicoativa e então teve acesso ao outro mundo. À partir desse contato com o sagrado ele passou então a formar grupos organizados que detinham o conhecimento e o poder vindo de tais substâncias que o colocavam diretamente em contato com a Alma Mater. Desse ponto de epifania e vislumbre de poder teriam surgido a segregação entre os que se alimentavam da carne de Deus(no caso o cogumelo) e os que estavam à margem disso (simples pessoas).
    @”L”: Conhecia este modo de pensar já. É bastante interessante, embora não tende a condizer com a verdade. O homem antes tinha a capacidade de entrar em contato com os mundos internos, porém com a evolução gradativa que nos lançou à materialidade, apenas alguns mantinham contato com estes planos sutis. Como é o caso dos médiuns hoje, que possuem certas capacidades inatas, porém passivas. A diferença é que os médiuns usam isso para o bem, como nossos antepassados faziam. Mas estes mesmos antepassados por não terem parelha com nada ao seu redor criaram uma espécie de teocracia.
    No que se refere ao Cristo, muito pouco se separa do personagem histórico e do mítico, sendo esse ainda um assunto delicado repleto de especulações e crença.
    Mas concordo com Nietzsche quando este afirma que o cristianismo morreu na cruz, frase esta muito mal interpretada por fanáticos de plantão. O intuito do Cristo, o resgate da alma do ser humano (não para um deus caótico criador de ovelhas reprimidas, mas para si mesmo), o “conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e os homens”, foi e é para poucos que conhecem o caminho do adepto. O Cristo idolatrado e institucionalizado é farsa, é engano, é exatamente o contrário do Cristo cósmico, do Cristo búdico encontrado no evangelho de Tomé. Querem utilizar a imagem crística para o poder desenfreado, a repressão, a castração, a idolatria cega e burra e então difundem seus ensinamentos cancerígenos e repressores que maldizem a Natureza e a chamam de suja e pecadora. O verdadeiro Cristo, seja mítico ou histórico não queria igrejas, mas sim que o ser humano se visse como templo dessa Verdade. Mas acabaram fazendo dele apenas mais um boneco de altar, único e exclusivo filho da divindade, deturpando assim o significado tão sublime de “unidade”. E hoje milhares macaqueiam que ninguém vai ao Pai senão por Ele, onde que o sentido correto da frase tão vomitada por cristitas seria “ninguém vai ao Pai/Mãe senão por SI”. Como já disse muitas vezes, eles não querem pescar, mas sim o peixe já pronto, eles querem milagres… Eles pensam que Deus é uma cadeira de rodas. O Cristo quis ensinar o povo a andar, mas o povo preferiu que ele os carregasse nos braços. Dura realidade… Mas enquanto a grande quebra da barreira não se dá e o homem não se permitir uma nova consciência, continuaremos vendo ovelhas cegas sendo guiadas por pastores-lobos em frenesi para um abismo sem fim e o povo-gado seguindo anestesiado em pseudo-epifania para o abate. Admirável e lamentável velho mundo novo…
    @”L”: Perfeito! Não colocaria de melhor forma.
    P.s: Interessei-me pela proposta do blog e se for de interesse gostaria de colaborar com o mesmo. Faço parte do Mayhem e tenho alguns textos postados lá… Entro em contato.
    Abraço fraterno.
    @”L”: Legal! Vamos esperar ansiosamente. Abraço fraterno. ^^

  5. Zétenso Enervoso

    Cara, muito obrigado pelo texto. Eu andava estudando uma época para um trabalho (no universo cientificista, para deixar claro) onde um filósofo falava várias vezes em autotranscendência.
    Seu texto me fez entender de maneira muito mais claro o que ele queria dizer e ainda me fez endender melhor o que é uma missa.
    Aliás, seu texto explica melhor a impostância de Cristo do que a própria igreja.
    Baseado nisso, teria algum livro bem simples que explica isso que vc escreveu(“comece do início”)?
    abraço
    @”L”: Uau, muito obrigado. Bom, o livro por onde eu me baseei é o Conceito Rosacruz do Cosmo onde tem um ou dois capítulos que tem uma abordagem mais científica/Rosacruz da Bíblia. E a Bíblia também é muito boa. Mas fica mais fácil de entendê-la se você ler este livro. Bom, os livros sobre o cristianismo gnóstico da Lectorium Rosicrucianum também são ótimos. Pois vão te dar uma abordagem místico-gnóstica e mais metafórica, e não tanto científica (porém bastante hermética) da bíblia. Em especial da vida de Cristo Jesus. No site deles (http://www.rosacruzaurea.org.br) eles tem livros inteiros pra baixar de graça.
    Abraços!

  6. Bruno Mais

    Yoa, excelente post! Só a imagem já é um murro !

  7. Remy

    Parabéns pelo post.
    É importante ressaltar que Jesus e o Cristo são dois, e não um. Mas que naquele período de pregação foram dois, em um.
    Muitas vezes já brinquei com amigos que “Jesus foi o maior médium que vá viveu neste planeta”. Pelo menos, nas eras recentes, o foi. Quem sabe?

  8. Mario

    Uai… sacrificio de Jesus?
    Mas e a historia de que Jesus nao foi morto na cruz, foi salvo e continuou pregando?
    @”L”: Jesus é uma pessoa, Cristo é outra (muito embora eu não sei se posso O chamar de “pessoa”).

    1. Leon

      Acho que o caso seria:
      Jesus pode ter sido uma figura histórica,e “Cristo” se refere ha um nível consciencial.

  9. Henrique Monteiro

    Olá.
    Qual a fonte dessa verão da vinda do Cristo?
    É de alguma ordem ou se trata de uma história de ficção escrita por “L”?
    @”L”: É um resumo de um dos capítulos do Conceito Rosacruz do Cosmo.

  10. Emerson

    Parabéns pelo Post, muito bom mesmo 😀
    Só algumas dúvidas. O Cristo ao que você se refere se trata do “Arcanjo Planetário” que já li em algumas obras? Um Ser que já não mais se manifesta nos corpos mais densos, mas que sua vibração permeia todo nosso Planeta? E o mais importante, poderia explicar melhor o “evoluiu de forma diferente da nossa”? Obrigado.
    @”L”: Sim, se não me engano ele é a mais alta inteligência do Sol. Bom, é um tanto complicado explicar, mas vou resumir. Todo o Universo é vivo, e sendo assim, sempre há seres vivos permeando tudo. Estes seres são inteligências evolucionantes. Para que estes seres possam se desenvolver, eles precisam de um habitat propício. Nós, que vivemos num planeta denso e nos alimentamos de água e sais minerais, e precisamos de uma certa distância do Sol e precisamos respirar certa carga de oxigênio, vivemos na Terra. O motivo de estarmos à certa distância do Sol é pois não aguentaríamos a vibração elevada e nossos corpos físicos morreriam instantâneamente. Já os espíritos solares não possuem corpos físicos, e vivem naquela vibração, pois a vibração terrestre seria por demais “embotante” e estancaria a evolução deles. Por este motivo, o corpo mais denso deles é o corpo de desejos (astral). Sendo assim, eles não tiveram treinamento para construir corpos mais densos do que esses. Nós, seres humanos, apesar de muitíssimo atrasados em relação à evolução deles, seremos de certo modo mais aptos do que eles nesse quesito quando chegarmos ao mesmo patamar que eles apresentam agora.
    Que a Força esteja com você. ^^

    1. Emerson

      Muito Obrigado pela explanação, fico confuso pois estou acostumado em sempre ouvir falar da “Singularidade Evolutiva”, então pensei que esses Seres já estavam em um nível que não mais precisavam usar corpos tão densos, e pela Incompatibilidade Vibratória teriam extrema dificuldade em se submeter à nível energético igual ao nosso…nunca imaginei que existiria essa possibilidade de haver evolução sem passagem pelo Plano Físico Denso…sabe, ouvi muito aquele conceito “Todo Arcanjo já foi Homem, e todo Homem será Arcanjo.” Obrigado ^^

      1. Gabriel-Dom

        Não estudei tanto mas pelo meu próprio entendimento sua teoria não está errada nem incompleta, pelo menos não incompleta de teoria.
        Todo homem é uno com a divindade.
        As criaturas são a forma da força Criadora experimentar quem Ele/Ela É.
        Perfeição não é possivel sem toda a experimentação. Pois a Perfeição nada falta.
        Logo, nada te faltará, nenhuma experiencia (o significado de experimentar, o conceito em si, deve ser bem mais amplo aqui do que foi em toda sua existencia, sendo necessário elevar sua imaginação a 19ª potencia).
        Se Ela é o Criador, e o criador perfeito não para de criar, pode-se entender que as criaturas sempre serão ignorantes em relação a alguma coisa, pois que criar é diferente de repetir o que já foi criado. A Lei é imutavel, mas o Absoluto sempre está criando a Lei, e tudo aquilo que será já foi é!
        Credo, viajei aqui e até trombei num paradoxo…
        Os seres do Sol podem não ter tido a necessidade de encarnar num planeta como o nosso, por méritos, e por vontade de ajudar não se negariam a se misturar a nós.

  11. André Vinícius Bueno

    Oi “L”.
    Gostei do texto, mas sou um pouco ignorante na questão “Jesus ser um e Cristo ser outro”.
    Já que a primeira estória que eu conheço é católica – evangelica, peço, se você puder, um post a respeito então da “volta de Cristo”, segundo essa visão rosacruciana do Cosmo. Valeu, “L”.
    @”L”: Tem este texto aqui que é muito elucidativo. Mas você vai penar um pouco com os nomes empregados rsrsrs. Antes de ler o Conceito, eu já fui ler este texto e me perdi todo. http://www.fraternidaderosacruz.org/retornodecristo.htm

  12. Iara

    Lalalá… A ponte de Londres está caindo, está caindo…
    =P
    Agora deixe de frescagem e fale das raças arianas.
    Joga lá no eOcultismo.
    Beijo, nego.
    Parabéns! ^_^
    @”L”: Bom, tem esta pergunta que me fizeram no eOcultismo: Katherine: Quando se refere aos “escolhidos”, você está falando das raças arianas?
    “L”: Não. Os “escolhidos” no texto eram as pessoas que tinham sua reprodução assistida para dar melhores corpos. Mas sim no sentido que foi esse impedimento da miscigenação que fez com que a raça ariana nascesse. Ao contrário do que pensam, não existe apenas uma raça ariana. São 5 no total até agora. Que vai dos Ários do norte da Índia até os Anglo-Teuto-Saxões. Acredito eu que a sexta raça ariana vai sair da miscigenação aqui no Brasil. Mas isso é só um palpite. Mas que provavelmente será por meio da mistura de raças, acredito piamente. Afinal, isso é fruto da eminente Era de Aquário.
    Abraço

  13. Carol

    Parabéns pelo post, Sérvio!
    @”L”: Obrigado, Carol. ^^

  14. Rafael

    Nossa, excelent posts e comentários. Misticismo sólido e avançado, porém de linguagem simples. Estamos precisando disto. Eu, que vim de um ceticismo completo para agora estar estudando misticismo (rosacrucianismo, hermetismo, cabala) careço de textos claros que façam a conexão da realidade (AIN) com a ilusão densa (maya).

  15. Vinicius

    Nas poucas linhas que li de Blavastky (err… os capítulos de Ísis sem Véu disponíveis no Morte Súbita…) deu a entender que ela possuía uma ideia similar, senão idêntica a respeito de Jesus e Cristo como seres diferentes, um humano e outro um Espírito poderoso que se uniu a ele. Na verdade, os próprios gnósticos já falavam em Jesus sendo um humano que após o batismo foi possuído pelo Cristo, que lhe deu sabedoria e o acompanhou até a morte.
    Contudo, mesmo em ordens esotéricas e espiritualistas, dá pra ver muitas opiniões a respeito de Yeshua/Cristo, e, estando de fora, gente como eu só pode tatear e ver o que parece mais adequado à nossa compreensão.
    Para citar um exemplo, na Carta a um Maçom, Marcelo Motta, da Thelema, defende que Jesus foi uma ficção criada pela Igreja em cima de um líder essênio do século I a.C., chamado Jon. “Cristo” seria o nome dado a qualquer um que alcançasse o grau de Adepto e também, especificamente, o nome do “Logos Aionos”, a Palavra do Aeon. Ele não menciona nenhum sacrifício para Jon, o que me faz pensar que discorda de um sacrifício libertador.
    “a distinção entre o Cristo Solar e o Cristo Interno é mera ilusão do profano. Ego sum qui sum, diz o Iniciado: AHIH, EU SOU O QUE SOU.”
    O ex-padre Marcelo da Luz, atualmente na Conscienciologia, escreveu um livro chamado “Onde a religião termina?” onde defende que o Jesus histórico era apenas um homem que dominou seu parapsiquismo e teve grande sabedoria, mas ainda era cheio de ego e de imaturidades, como se pode verificar nos evangelhos. Sei que essa não é a “opinião da Conscienciologia”, mas considerando as outras ideias dele, não deixa de ser uma opinião interessante.
    Há também os textos dom próprio @MDD, onde ele defende que Yeshua é um Avatar que lideraria uma rebelião contra o Império Romano da época. Meu domínio desses termos técnicos ainda é bem pouco, mas sempre considerei que um Avatar seria um Espírito humano no mais alto grau de evolução, e cujo poder vem apenas de Si próprio, sem uma fusão com outro Espírito, a não ser que isso fosse uma metáfora para seu próprio Tiferet, o que não é o caso da tese rosacruz apresentada no texto.
    Pelo que entendi dos posts do @MDD, a missão de Yeshua era libertar a Palestina no jugo romano e a prisão e crucificação foram falhas acidentais, não planejadas, da qual Yeshua e sua turma fizeram o possível para escapar com vida e retomar os planos.
    São muitas opiniões, não só nas mistificações das religiões exotéricas e nos estudos da Ciência ortodoxa, mas também nos estudos esotéricos. E é bastante difícil encontrar uma solução que os harmonize completamente. Em todo caso, fico feliz (embora confuso, claro) por conhecer mais uma. Parabéns pelo post.

  16. Vinicius

    Em tempo: esqueci de acrescentar isso no texto acima, mas o fato de Yeshua ser descrito “apenas” como um Avatar o colocaria em pé de igualdade com Krishna, Buda e outras figuras phodásticas meio mitológicas e meio históricas venerados pela religião esotérica e estudados pelo ocultismo. Nesse caso, Yeshua/Cristo não estaria acima deles em seu papel de redentor da humanidade.
    @”L”: Realmente. Mas devemos atentar para o fato de que todo homem e toda mulher é uma estrela. E assim sendo, somos todos iguais perante os olhos de Deus. Mas mesmo Krishna e Buda estando em tamanho nível espiritual, talvez mesmo eles, não abarcariam nem teriam a força necessária para suportar a força d’O Cristo.

  17. Remy

    Penso que uma das melhores formas de trabalhar o esclarecimento das massas seja através da abertura de perspectiva de suas crenças já enraizadas.
    O que eu quero dizer com isso tem fundamento na psicologia do ser humano.
    Analise comigo: somos um país onde as massas, o povo, é predominantemente cristão. Esse “condicionamento” religioso, quase todos recebem em sua criação. Uns o mantem na consciência ativa, outros jogam para o porão do inconsciente.
    Este é o primeiro ponto.
    O segundo ponto é: uma grande parte deste povo não sabe diferenciar Jesus de Cristo. Isso é fato! São os cristão que adoram… Jesus! E Podemos facilmente encontrar pessoas que acham que Cristo é sobrenome de Jesus!!
    E onde quero chegar é: as pessoas podem ser receptivas a uma abertura de ideia quando forem esclarecidas da diferença entre o Jesus e o Cristo. Pois já possuem uma ideia pré concebida da questão. Já possuem crença, fé e ou afeto.
    Seria um bom caminho para tirar muitas pessoas da sarjeta da ignorância.
    Tenho dito. E estou pensando seriamente e trabalhar em cima disso.
    Se puderes me ajudar, podemos vincular um contato.
    Abraço fraterno
    @”L”: Remy, já te enviei um e-mail a um dia ou dois. ^^

  18. Jorge

    Adoro Hq’s e fica até suspeito eu falar algo, ainda mais com o credito no final, mas, esse número de Promethea sem dúvida nos faz pensar muito no sacrficio de cristo assim como seu texto!
    Obrigado por compartilhar

  19. Leonardo Lopes

    Um dos melhores textos que já li aqui no DD. FANTÁSTICO.

  20. pedro

    Aquele que descobrir quem transformou os ensinamentos de Cristo na pasmaceira e lambança que vemos hoje em dia na sociedade sem culpar seu semelhante, tera descorberto um dos maiores e o mais assustador segredo da nossa condição de escravos!!!
    Esse segredo pode mudar tudo e deve ser descoberta pela propria pessoa em pesquisas e buscas individuais pela propria liberdade total de percepção!
    Portanto as palavras-chave são: liberdade, percepção e intento!!!

  21. Hermano

    Depois de ler, eu já estava pensando em fazer a mesma pergunta que o Emerson fez.
    Também é um pouco estranho para mim conceber essas diferenças evolutivas. Sabe, acho que meu EGO não gosta da ideia de que se eu estou no planeta Terra provavelmente sou um repetente que está há muito tempo tentando evoluir e não consegue. Tipo aqueles alunos bagunceiros que não gostam de estudar;
    A existências de espirítos que tenham evoluído de outra forma, talvez sem tanto perrengue e/ou sem ter que estagiar tanto tempo em planetas de “espiação e provas” me encomoda. xD
    @”L”: Eu particularmente não compartilho da idéia de que este é um “planeta de expiação e provas” no sentido purgatorial. Se expiação estiver no sentido de expiatione como reconciliação, aí é outra história… Bom, de qualquer modo, você exemplificou muito bem. Isto que você sentiu foi seu ego, ou personalidade. Seu Ego (Eu Superior) tá pouco se lixando pra isso. Pois ele é do mesmo nível dos Egos Solares. Nós somos muitíssimo antigos. Arrisco a dizer que nosso desenvolvimento começou no Big Bang atual. Pesquise por Ondas de Vida e Rondas Planetárias (Épocas Planetárias também servem, mas é difícil encontrar algo específico).
    Reveille!

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