Quem é muito querido a mim

Hoje, véspera de Natal, preferi não postar um texto, mas um vídeo contendo uma música de Elba Ramalho, que consiste numa citação do Bhagavad-Gita. Espero que consigam compreender a relação entre este vídeo…

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A Importância do Sacrifício de Cristo para a Humanidade


Por Sérvio Túlio
Houve uma época onde somente os seres humanos que tivessem sua reprodução programada por altos-sacerdotes através de complicados rituais, astrologia e genealogia perfeita poderiam ter um completo contato com o Divino. Seus corpos eram perfeitos em comparação com o resto da população. E por isso, eram de modo errôneo chamados de “Raça Superior”. Eles, ao longo da história tiveram muitos nomes. Brâmanes, Faraós, Levitas, e tantos outros que nem sequer são listados. (mais…)

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Jesus Cristo Superstar

O melhor filme sobre Jesus, que mudou completamente o modo como eu via esse mito, não foi A última tentação de Cristo (1988), de Martin Scorsese (embora tenha sido excelente, e o recomendo a qualquer um que queira quebrar paradigmas religiosos), mas sim um musical dos anos 70: Jesus Cristo Superstar. Lembro-me que o vi quando ainda morava no Acre, tarde da noite, com meus 11, 12 anos. Nessa época eu já tinha toda uma visão bíblica de Jesus que me foi passada em vários anos de idas a escolas dominicais. Só que bem cedo eu percebi que havia uma lacuna, uma descrepância entre a imagem do Jesus que nos era vendida na Igreja e a minha interpretação do que eu lia na Bíblia por conta própria. Era tudo tão cheio de “fantasias” (o mundo da simbologia me era desconhecido) e pouca profundidade (talvez por ser criança, nunca explicavam porque perseguiam tanto o pobre do Jesus… só que as pessoas crescem e continuam sem questionar, e a desinformação vai se perpetuando geração após geração) que realmente Jesus não me interessava mais do que o Pac-Man.
Pois bem, na noite do dia em que eu assisti a Jesus Cristo Superstar – com minha mãe do lado me explicando a parte política e religiosa da história – a fantasia deu lugar ao homem, e o homem se fez mito. Comparado a ele o tão falado filme de Mel Gibson é um folhetim, não no sentido cinematográfico, muito menos na atuação, mas sim no diálogo (letra da música, na verdade), que toca direto no nervo exposto, sem rodeios, sem preocupação com continuidade ou explicações pra platéia. A visão do HOMEM Jesus prevalece, e as manobras políticas em torno dele são escancaradas, tanto do lado dos sacerdotes, como dos judeus e dos romanos (embora a figura de Pilatos tenha sido muito atenuada).
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Cristo, Buda e Krishna

Hans Küng, teólogo suíço, escreveu: “não haverá paz no mundo se não houver paz nas religiões e não haverá paz entre as religiões se não houver diálogo”. Eu poderia escrever um longo texto sobre tolerância religiosa. Ou quem sabe, sobre o diálogo entre as religiões, suas semelhanças, suas diferenças e etc. Mas preferi me calar e expor o que os próprios representantes do Grande Arquiteto do Universo tem a dizer.

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O Conselho dos Avatares

Buda: A causa do sofrimento humano encontra se, sem dúvida, nos desejos do corpo físico e nas ilusões das paixões humanas. Os homens se apegam obstinadamente à vida de riqueza e fama, de conforto e prazer, de excitamento e egoísmo, sem saber que estes desejos são a fonte do sofrimento humano.

Krishna:  Sábios dotados de perfeita sabedoria não se apegam aos frutos do seu trabalho, e com isto se libertam para sempre da escravidão de nascimento e morte, e atingem o estado de beatitude absoluta.

Cristo: Não acumuleis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os destroem, onde os ladrões penetram e roubam. Acumulai para vós tesouros nos céus, onde nem a traça nem a ferrugem os destroem, onde os ladrões não penetram nem os roubam. Pois onde está o tesouro, aí também está o teu coração.  (mais…)

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O Cristo Recém-Nascido

Postado originalmente no site da Fraternidade Rosacruz.

Temos repetido com freqüência em nossa literatura, que o sacrifício de Cristo não foi um acontecimento que teve lugar no Gólgota, nem foi consumado de uma vez por todas em poucas horas, mas que os nascimentos e mortes místicas do Redentor são contínuas ocorrências cósmicas. Concluímos que esse sacrifício é necessário à nossa evolução física e espiritual durante a presente fase do nosso desenvolvimento. Como se aproxima a época do nascimento anual de Cristo, mais uma vez é-nos apresentado um tema para meditação, um tema que nunca envelhece e é sempre novo. (mais…)

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