Décimo Segundo Trabalho: A morte de Cérbero

A morte de Cérbero: A elevação da personalidade

Valorizar as qualidades da alma. O desafio era descer ao inferno para vencer Cérbero, cão de três cabeças que guardava o Mundo Inferior. O herói agarrou o animal pelo pescoço e não o soltou até que concordasse em acompanhá-lo. “Esse trabalho fala da imortalidade. Ensina que o corpo pode perder o viço, mas a alma deve irradiar cada vez mais a beleza construída ao longo dos anos. É um ensinamento importante para estes tempos, em que o envelhecimento e as transformações do corpo não são aceitas com naturalidade.”

Os Doze Trabalhos de Hércules e a iniciação
O Leão da Neméia
A Hidra de Lerna
A Corça Cerínia
O Javali de Erimanto
Os Estábulos de Augias
As Aves de Estinfalo
O Touro de Creta
As Éguas de Diomedes
O cinturão de Hipólita
O Gado de Gerião
O Jardim das Hespérides

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Hércules e o Gado de Gerião


O Gado Vermelho de Gerião: A transcendência da animalidade e da matéria

Hércules empreendeu uma grande viagem para derrotar o rei Gerião e se apoderar de seus bois. Enfrentou também o gigante Anteu, invencível porque, cada vez que tocava a terra, recobrava as forças. Para derrotá-lo, ergueu-o no ar. Essa é uma lição de desapego, sobre derrotar a cobiça e o materialismo. Gerião e os bois simbolizam as posses. A verdadeira riqueza, que é eterna, está dentro de nós. São nossos sentimentos e valores.

Os Doze Trabalhos de Hércules e a iniciação
O Leão da Neméia
A Hidra de Lerna
A Corça Cerínia
O Javali de Erimanto
Os Estábulos de Augias
As Aves de Estinfalo
O Touro de Creta
As Éguas de Diomedes
O cinturão de Hipólita
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Hércules e o Cinturão de Hipólita


O Cinturão de Hipólita: A Coragem de Ser Autêntico

A missão do herói era conseguir o cinturão da rainha das amazonas, mulheres conhecidas por sua bravura. Mas não poderia obtê-lo pela força: precisaria ganhá-lo conquistando o coração da guerreira. Esse trabalho fala sobre a importância de construirmos laços afetivos duradouros. Ensina que a arte de conquistar uma pessoa não se faz pela força nem criando ilusões e falsas aparências, mas pelo respeito ao outro e pela coragem de mostrar quem verdadeiramente somos.

Os Doze Trabalhos de Hércules e a iniciação
O Leão da Neméia
A Hidra de Lerna
A Corça Cerínia
O Javali de Erimanto
Os Estábulos de Augias
As Aves de Estinfalo
O Touro de Creta
As Éguas de Diomedes
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Hércules e as Éguas de Diomedes


As Éguas de Diomedes: A Arte de Amar

Hércules teve de enfrentar quatro éguas que se alimentavam de náufragos estrangeiros. Como no trabalho anterior, esse é mais um passo para o herói se aperfeiçoar na arte de amar.

Essa é uma iniciação: aprender a entregar o coração com sinceridade, não se deixar levar pela tentação, movido apenas pela atração física”.

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A Hidra de Lerna
A Corça Cerínia
O Javali de Erimanto
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As Aves de Estinfalo
O Touro de Creta
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Hércules e o Touro de Creta


O Touro de Creta: governar os instintos

Nesse trabalho, Hércules domou o furioso touro de Creta, ao qual eram
oferecidos jovens em sacrifício. Essa tarefa chama a atenção para o controle dos instintos, especialmente da sexualidade. Hércules precisava manter o animal vivo: tinha que domar e governar seu instinto, mas não matá-lo. Em um mundo com tantos apelos eróticos e sensuais, esse é um desafio para todos, em especial para os jovens.

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A Hidra de Lerna
A Corça Cerínia
O Javali de Erimanto
Os Estábulos de Augias
As Aves de Estínfalo
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Hércules e os Pássaros do lago Estínfalo


Os Pássaros do lago Estínfalo: Recuperar a lucidez

Para derrotar aves antropófagas que tinham penas de bronze e as lançavam como flechas, Hércules atordoou-as com o som ensurdecedor de um címbalo. O teste de Hércules é igual ao de qualquer um de nós: conseguir reconhecer e usar a intuição. Os pássaros simbolizam a falta de lucidez e o som é nossa voz interior. O trabalho em excesso, a pressa e o estresse são pássaros que nos atordoam. O antídoto para essa situação é nos aquietarmos para ouvir o que verdadeiramente queremos fazer.

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Hércules e os Estábulos de Áugias


Os Estábulos de Áugias: O serviço de limpeza e purificação

Hércules se ofereceu para limpar em um só dia os currais imundos de um rei que possuía um rebanho numeroso – Augias, filho de Poseidon. Eles continham três mil bois e que há trinta anos não eram limpos. Estavam tão fedorentos que exalavam um gás mortal. Desviando dois rios para os estábulos, Hércules cumpriu a promessa, que parecia impossível. Nossa sujeira acumulada é composta por raiva, angústia e emoções negativas.

Para fazer uma limpeza interior, devemos observar diariamente e com honestidade a qualidade de nossas reações e emoções

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O Javali de Erimanto
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Hércules e o Javali de Erimanto

O Javali de Erimanto: reconhecer os limites e domínio dos impulsos

Foram necessários dois anos para Hércules capturar um javali feroz que devastava tudo por onde passava. Esse trabalho está relacionado ao aprendizado da vida em sociedade.

O javali é um monstro sem fronteiras, que não respeita limites. Cada um de nós tem dentro de si essa fera, que é preciso dominar, aprendendo a reconhecer nosso espaço e o das outras pessoas. É um teste para vencer o egoísmo e a equilibrar os impulsos”.

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A Corça Cerínia
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Hércules e a Captura da Corça Cerínia

A Captura da Corça Cerínia – Cultivar a Delicadeza

A missão de Hércules era capturar viva uma corça extremamente veloz, com chifres de ouro e cascos de bronze, que pertencia a Ártemis, deusa da caça. Orientado por Atena, o herói dominou o animal sagrado segurando-o pelos chifres.

Os chifres representam a iluminação, e os cascos de bronze, o mundo material. O aprendizado nesse trabalho é substituir os impulsos por qualidades mais nobres, como sabedoria, delicadeza e paciência

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Hércules e a Hidra de Lerna


A Hidra de Lerna – Combate aos Vícios

Hércules teve de destruir um monstro de nove cabeças que soltavam fogo: oito renasciam quando cortadas e a nona era imortal. O herói decepou as oito cabeças enquanto um amigo as cauterizava com fogo. A nona foi enterrada, mas vigiada eternamente por Hércules. “As cabeças simbolizam os vícios. Lutamos contra eles, mas, como são imortais, se não estivermos atentos, renascem. Além dos vícios físicos, como drogas e álcool, temos de combater os vícios éticos, como a ganância.

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