Como ter a sorte ao seu lado

Frases motivacionais dizem que nós criamos a nossa própria sorte, e que o destino depende apenas de nossas próprias escolhas. No entanto, os antigos pensavam que o acaso tinha um grande papel em…

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Falarei do Mal, mas não serei piegas

Somos confrontados em nossos mais diversos pensamentos, ações e sentimentos quanto ao problema entre o Bem e o Mal. Somos pessoas de bem, que visam fazer o bem. Queremos ser conhecidos pelos nossos ideais. Mas não é bem assim que as coisas acontecem.

Aristóteles, que não era um pensador desatento, se indagou sobre qual seria a finalidade das ações humanas. Esta seria alcançar a felicidade. Segundo o filósofo grego, a felicidade é o Bem. E este não dizia respeito apenas à satisfação individual, mas era um exercício para harmonia da Pólis. O Bem Supremo poderia ser alcançado através do aprimoramento de nossas virtudes morais e intelectuais, conduzindo a uma boa vida não apenas para nós mesmos, mas para todos ao nosso redor. O Bem Supremo não é apenas um bem para mim, e sim um caminho ético que leva a felicidade da comunidade.

Qual o lugar do Mal diante disto? Certamente, diante do sublime Bem, tendemos por naturalizado entender o Mal como tudo aquilo de errado, vil, e até monstruoso. Ou seja, tudo aquilo que nos afasta do ideal de Bem, sendo aquelas atitudes e pensamentos que podem causar sofrimento a mim ou aos outros. Portanto, através do culto ao Bem e das virtudes, o Mal é visto como algo a ser reprimido, controlado, excluído do nosso horizonte ético.

Mas o que usamos para diferenciar o Bem do Mal? Sigmund Freud, o pai da psicanálise, nos responde: o princípio do prazer. (mais…)

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