Sefirat ha Omer 2009 – partes 2 e 3

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Vou postar os exercícios a cada 15 dias, de duas em duas semanas, para facilitar a organização de vocês e também para não atrapalhar as postagens normais da coluna.
Quem chegou na coluna agora, recomendo que leiam primeiro este texto AQUI sobre o que é o Sefirat haOmer e sobre os exercícios de meditação.
Espero que tenham tido bons resultados até agora.
Gostaria que quem estivesse realizando estes exercícios que comentasse a respeito dos resultados que está conseguindo, curiosidades e “coincidências” que aconteceram durante esta primeira semana.
Para quem está fazendo pela primeira vez, é permitido começar na segunda ou terceira semana, mas aviso que os resultados, apesar de interessantes, seriam mais intensos se a pessoa tivesse começado do início, mas servirão para dar uma boa noção da força que estas meditações movimentam no astral.

Justiça, disciplina, moderação, reverência

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Se amor (chesed) é a pedra fundamental da expressão humana, disciplina (Gevurah ou Geburah) é o canal através do qual expressamos amor. Mostra uma direção e um ponto de convergência à nossa vida e amor. Como um raio laser, sua potência está no foco e concentração da luz em uma direção, e não em feixes de luz fragmentados e dispersos em várias direções diferentes. Gevurah – disciplina e moderação – concentra e dirige nossos esforços, nosso amor, na direção correta.
Outro aspecto da Gevurah é respeito e reverência. Amor saudável exige respeito pela pessoa amada.

Gevurah é representado na Mitologia por todos os deuses da Guerra e artífices (Marte, Ares, Vulcano, Hefestos, Minerva, Kali, Lugh, Thor, Ogun, Morrigan, Vishnu, Varuna, Indra, Hórus, Bran e Perun, para citar alguns). São os limites que devemos impor às nossas conquistas e os vigias de nossos domínios. Um dia falo mais sobre eles.

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Primeiro dia:
Noite do dia 16/04/2009
8º dia da Contagem do Ômer
Hoje são 8 dias que perfazem 1 semana e 1 dia do Ômer.”
Chesed de Geburah
Bondade na Disciplina
A intenção e o motivo implícitos na disciplina é o amor. Por que medimos nosso comportamento, estabelecemos padrões e esperamos que as pessoas correspondam a eles – apenas por amor. Mesmo o julgamento da culpa é uma expressão de amor. Em outras palavras, punição não é vingança; é apenas outra maneira de expressar amor através da retirada de tudo que for anti-ético do amor. Tolerância às pessoas jamais deve ser confundida com tolerância ao seu comportamento. Pelo contrário: amor pelas pessoas inclui o desejo de que elas sejam o melhor possível, ajudando-as então a se conscientizarem de nada menos que um comportamento perfeito.
Chesed de Geburah é o amor na disciplina; consciência do amor intrínseco que permeia a disciplina e julgamento. É o reconhecimento de que sua disciplina pessoal e a disciplina que você espera de outros é apenas uma expressão de amor. É o entendimento de que não temos direito de julgar os outros; apenas temos o direito de amá-los, e isto inclui querer que eles sejam o melhor possível.
Pergunte a si mesmo:
Quando eu julgo e critico outra pessoa, isto é de certa forma permeado com meu próprio desprezo e irritação?
Há uma satisfação oculta em sua falha?
É apenas por amor ao outro?
Exercício para o dia:
Antes de criticar alguém, pense duas vezes:
É por preocupação e amor?
Passe o dia sem criticar ninguém.

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Segundo dia:
17/04/2009
9º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 9 dias que perfazem 1 semana e 2 dias do Ômer.”
Geburah da Geburah
Disciplina na Disciplina
Examine o fator disciplina da disciplina:
Minha disciplina é razoavelmente contida ou é excessiva?
Tenho disciplina suficiente em minha vida e no trato com as pessoas?
Sou organizado?
Meu tempo é usado com eficiência?
Por que tenho problemas com disciplina e o que posso fazer para realçar isso?
Reservo tempo todos os dias para conferir pessoalmente meus compromissos e realizações?
Minha disciplina inclui os outros seis aspectos emocionais, sem os quais disciplina não consegue ser eficaz e saudável?
Exercício para o dia:
Faça um roteiro detalhado para o seu dia, e ao fim do período veja se conseguiu cumprir o planejado.

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Terceiro dia:
18/04/2009
10º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 10 dias que perfazem 1 semana e 3 dias do Ômer.”
Tiferet de Geburah
Compaixão na Disciplina
Subjugar e administrar disciplina deve ser não apenas amor, mas compaixão também. O amor vem ao se reconhecer os méritos e qualidades positivas de alguém, ao passo que a disciplina canaliza e dirige aquelas forças e extrai o negativo.
Compaixão é amor incondicional. Significa amor apenas por amor, sem considerar a posição do outro. Tiferet é o resultado de total desprendimento aos olhos de D’us. Você ama por nenhuma razão: ama porque é um reflexo de D’us.
Minha disciplina possui este elemento de compaixão?
Exercício para o dia:
Seja compassivo com alguém a quem reprovou anteriormente.

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Quarto Dia:
19/04/2009
11º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 11 dias que perfazem 1 semana e 4 dias do Ômer”.
Netzach da Geburah
Tolerância à Disciplina
Disciplina eficaz pode ser tolerante e persistente.
Minha disciplina é consistente ou apenas quando é forçada?
Levo minha disciplina avante?
Deixo perceber que sou um disciplinador fraco?
Exercício para o dia:
Estenda o plano que fez no segundo dia por um período mais longo, relacionando objetivos a curto e a longo prazo. Reveja e atualize sua lista a cada dia, e veja quão consistente você é e se leva seu plano adiante.

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Quinto Dia:
20/04/2009
12º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 12 dias que perfazem 1 semana e 5 dias do Ômer.
Hod de Geburah
Humildade na Disciplina
Os resultados da disciplina e poder sem humildade são óbvios. As maiores catástrofes ocorreram por causa de pessoas que julgaram outras com arrogância.
Sou arrogante em nome da justiça? (ou o que considero justo)
Penso que estou num pedestal mais alto e concedo julgamento aos meus súditos abaixo de mim?
E a respeito de meus filhos ou alunos?
Um juiz deve ser a mais humilde das criaturas, reconhecendo que senta-se para julgar não por seu próprio mérito, mas apenas porque D’us lhe concedeu o direito de julgar Seus filhos.
Exercício para o dia:
Antes de julgar alguém, assegure-se que o está fazendo sem egoísmo, sem preconceito pessoal. Faça anotações ao final do dia de todos os julgamentos que fez e analise quais deles foram feitos de maneira egoísta.

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Sexto dia:
21/04/2009
13 dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 13 dias que perfazem 1 semana e 6 dias do Ômer.”
Yesod da Geburah
Compromisso em Disciplina
Para que a disciplina seja eficaz deve ser entremeada com engajamento e compromisso.
Tanto ao disciplinar a si mesmo como a outros, precisa haver um senso de que a disciplina é importante para desenvolver um vínculo mais forte. Não de que eu estou disciplinando você, mas que estamos fazendo isso juntos para nosso benefício mútuo.
Exercício para o dia:
Demonstre a seu filho ou aluno que a disciplina é uma expressão para intensificar seu vínculo e compromisso um com o outro.

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Sétimo Dia:
22/04/2009
14º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 14 dias que perfazem 2 semanas do Ômer.”
Malkuth da Geburah
Nobreza da Disciplina
Disciplina, bem como o amor, deve ampliar a dignidade pessoal (veja Primeira Semana, sétimo dia).
Disciplina saudável deve estimular a auto-estima e ajudar a extrair o melhor de uma pessoa, cultivando sua soberania. Esta expressão de disciplina não compromete a disciplina, pelo contrário, encoraja-a e a amplia.
Minha disciplina degrada o espírito humano?
Minha disciplina enfraquece ou fortalece a mim e aos outros?
Exercício para o dia:
Ao disciplinar seu filho ou aluno, encoraje sua auto-estima.

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Compaixão, harmonia, Verdade
Tiferet – compaixão mescla e harmoniza o fluxo livre de amor de chesed com a disciplina da Geburah. Tiferet assume esta força introduzindo uma terceira dimensão – a dimensão da verdade, que não é nem amor nem disciplina, e por isso pode integrar os dois. A verdade é acessada através do desprendimento: elevando-se acima de seu ego e suas predisposições, permitindo-lhe perceber uma verdade mais elevada. A verdade lhe fornece um quadro claro e objetivo da suas necessidades, bem como das necessidades de outros. O desequilíbrio entre amor e disciplina (e por isso, qualquer distorção) é resultado de uma perspectiva subjetiva, por conseqüência, limitada. Introduzir a verdade, suspendendo preconceitos pessoais, permite que a pessoa expresse seus sentimentos (incluindo a síntese de chesed e Geburah) da maneira mais saudável.
Esta qualidade dá o nome a Tiferet, o que significa Beleza: mescla as cores cambiantes do amor e da disciplina, e a harmonia resultante a torna bela.
Tiferet representa o ser crístico, as crianças sagradas, os que se sacrificaram pela humanidade: Osíris, apolo, Helios, Adonis, Attis, Dionísio, Ogma, Shamash, Surya, Amaterasu, Tezcalipoca, apu, Ra, Rama, Krishna, Buda, Mithra e Jesus (católico). É o ponto onde o Microcosmo encontra o Macrocosmo.

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Primeiro dia:
Noite do dia 23/04/2009
15º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 15 dias que perfazem 2 semanas e 1 dia do Ômer.”
Chesed de Tiferet
Bondade na Compaixão
Examine o aspecto amor da compaixão.
Pergunte a si mesmo:
Minha compaixão é terna e amorosa ou manifesta-se como piedade?
Minha simpatia é condescendente e benevolente?
Mesmo que esta não seja minha intenção, os outros a percebem como tal?
Minha compaixão transborda com amor e calidez; é expressa com entusiasmo ou é estática e sem vida?
Exercício para o dia:
Ao ajudar alguém, ofereça-se de maneira completa. Dê um sorriso ou faça um gesto carinhoso.

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Segundo dia:
Noite do dia 24/04/2009
16º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 16 dias que perfazem 2 semanas e 2 dias do ômer.”
Geburah de Tiferet
Disciplina na Compaixão
Para que a compaixão seja eficaz e saudável, necessita ser disciplinada e dirigida. É preciso discrição, tanto a quem você expressa compaixão, como na quantidade da própria compaixão. Pode-se reconhecer quando a compaixão deve ser mostrada e quando deve ser refreada ou limitada. A disciplina na compaixão é saber que ser verdadeiramente compassivo às vezes requer que se refreie a compaixão, porque compaixão não é uma expressão daquele que concede, mas uma resposta às necessidades de quem recebe.
Sou mais compassivo com estranhos que com as pessoas próximas? Caso seja, por que?
A compaixão vem da culpa?
Minha compaixão pelos outros compromete minhas próprias necessidades?
Estou ajudando os outros e deixando de ajudar a mim mesmo?
Talvez o caso seja exatamente o contrário: minha compaixão por minha família e os que me rodeiam supera as necessidades dos outros?
Minha compaixão é impulsiva e descuidada?
Consigo avaliar a medida de compaixão necessária para uma determinada situação?
Está de acordo com as necessidades de quem recebe?
Será que estou magoando o outro com minha compaixão?
Minha compaixão esmaga as pessoas? É respeitosa?
Costumo dar a mais ou a menos?
As outras pessoas aproveitam-se de minha natureza compassiva?
Quando vejo uma pessoa necessitada, expresso compaixão impetuosamente por sentir-me culpado ou com pena, sem qualquer discrição?
Cometo o “crime” da compaixão, ajudando alguém com algo prejudicial (dando-lhe dinheiro para comprar alguma substância prejudicial, etc.)?
Faço tudo o que está ao meu alcance para determinar as necessidades da pessoa e ajudá-la da melhor maneira possível?
Exercício para o dia:
Expresse sua compaixão de maneira evidente e construtiva, dirigindo-a às necessidades específicas de alguém.

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Terceiro Dia:
Noite do dia 25/04/2009
17º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 17 dias que perfazem 2 semanas e 3 dias do Ômer.”
Tiferet de Tiferet
Compaixão na Compaixão
Examine a compaixão na compaixão; a expressão da compaixão e sua intensidade.
A verdadeira compaixão é ilimitada. Ela não é uma extensão de suas necessidades e definida pela sua perspectiva limitada. Compaixão pelo outro conquista-se ao ter uma atitude sem egoísmo, elevando-se acima de si mesmo e colocando-se na situação e na experiência do outro.
Estou preparado e sou capaz de fazê-lo? Se não for, por que?
Expresso e torno verdadeiras a compaixão e empatia em meu coração?
O que me impede de expressá-la?
Estou bloqueado de alguma maneira?
Esta compaixão acontece por causa da culpa ao invés de por verdadeira empatia?
Como a culpa afeta e distorce minha compaixão?
Teste a si mesmo verificando se você expressa compaixão mesmo quando não se sente culpado.
Minha compaixão origina-se num senso de dever ou é frívola?
Por outro lado: Minha compaixão está viva; ressoa com vitalidade, ou é expressa apenas por obrigação?
Minha compaixão é resultado de ser eu uma criatura de hábitos, que sente-se mal quando o próximo sofre, ou aplico-me verdadeiramente a examinar e aperfeiçoar minha compaixão, observando suas limitações e formas de expressão?
Como expresso compaixão?
Minha compaixão é bela?
É bem torneada?
Minha compaixão contém os outros seis elementos de tiferet, sem os quais minha compaixão total permanece ineficaz?
Exercício para o dia:
Expresse sua compaixão de maneira nova, que vá além de suas limitações prévias: expresse-a para alguém com quem você foi insensível.

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Quarto Dia:
Noite do dia 26/04/2009
18º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 18 dias que perfazem 2 semanas e 4 dias do ômer.”
Netzach de Tiferet
Tolerância na Compaixão
Minha compaixão é tolerante e consistente?
É confiável ou caprichosa?
Ela prevalece entre as outras forças de minha vida?
Tenho a capacidade de ser compassivo mesmo quando estou ocupado com outras atividades ou apenas quando me convém?
Estou disposto a levantar-me e lutar por alguém?
Exercício para o dia:
Em meio ao seu dia ocupado, reserve um momento para chamar alguém que precisa de uma palavra compassiva. Defenda alguém que esteja precisando de simpatia, mesmo que não esteja numa situação muito popular.

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Quinto Dia:
Noite do dia 27/04/2009
19º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 19 dias que perfazem 2 semanas e 5 dias do ômer.”
Hod de Tiferet
Humildade na Compaixão
Se compaixão não deve ser condescendente e pretensiosa, deve incluir humildade. Hod é reconhecer que minha habilidade de ser compassivo e generoso não me torna melhor que o receptor; é o reconhecimento e a apreciação de que criando alguém que necessita da compaixão, D’us me deu o dom de ser capaz de conceder compaixão. Desta maneira, não há espaço para arrogância na compaixão.
Sinto-me superior por ser compassivo?
Desdenho aqueles que precisam de minha compaixão?
Sou humilde e grato a D’us por conceder-me a habilidade de ter compaixão pelos outros?
Exercício para o dia:
Expresse compaixão de maneira anônima, sem reclamar qualquer crédito pessoal. Faça uma doação, auxílio ou ajuda a uma entidade assistencial de maneira totalmente anônima.

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Sexto Dia:
Noite do dia 28/04/2009
20º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 20 dias que perfazem 2 semanas e 6 dias do ômer.”
Yesod de Tiferet
Compromisso na Compaixão
Para que a compaixão seja plenamente entendida, é necessário haver um vínculo, um compromisso. Isso requer a criação de um canal entre o doador e o receptor; uma mutualidade que se estenda além do momento de necessidade; um vínculo que continue a existir. Este é o mais gratificante resultado da verdadeira compaixão.
Você se compromete com aquele por quem sente compaixão, ou permanece afastado?
Sua interação consegue algo além de simples simpatia?
Exercício para o dia:
Assegure-se que algo duradouro seja construído como resultado de sua compaixão. Faça a doação de algo útil e duradouro a uma entidade assistencial.

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Sétimo Dia:
Noite do dia 29/04/2009
21º dia da Contagem do Ômer
“Hoje são 21 dias que perfazem 3 semanas do ômer.”
Malkuth de Tiferet
Nobreza na Compaixão
Examine a dignidade de sua compaixão. Para que a compaixão seja completa (e amplie os outros aspectos da compaixão), ela deve reconhecer e apreciar a soberania individual. Deve elevar a auto-estima e cultivar a dignidade humana – tanto sua própria dignidade como a dignidade do próximo beneficiado pela sua compaixão.
Minha compaixão é expressa de maneira dignificante?
Eu manifesto e enfatizo majestade em minha compaixão?
Ela traz à tona a dignidade dos outros?
Eu reconheço o fato de que quando experimento compaixão dignificante, ela se refletirá reciprocamente naquele que recebe compaixão?
Exercício para o dia:
Ao invés de apenas fazer caridade, ajude o necessitado a ajudar a si mesmo, de maneira a fortalecer sua própria dignidade.

Este post tem 28 comentários

  1. Murilo

    apesar de muito pessoais as experiências destas meditações, tentarei expressar como foi a primeira semana.
    Todos os exercícios foram completados perfeitamente. Mas o impressionante não é isso, o impressionante foi como o “universo” conspirou para que tudo acontecesse. Acredito ter me devotado tanto em entender o que era Chesed, Amor, “coisa” que admito não ter quase nenhuma compreensão antes da contagem de omer, que pode ter gerado duas situações:
    1ª- Eu prestei mais atenção nas situações que eram necessárias no dia ou
    2ª- O meu destino foi alterado à meu pedido para que eu fosse testado incessantemente sobre o significado do dia.
    Eu, pessoalmente, não ligo a mínima pra provar se o que aconteceu foi a mágica, aliás, parei de provar essas coisas para os outros há tempos. O que importa é que pude iniciar meu entendimento de Chesed.
    rumo à geburah.
    boa contagem de omer para todos.

  2. Herculano

    é como vc disse, fácil não é…lembro que teve um dia em que fiquei bastante angustiada quando percebi a foma com a qual agia diante de um determinado aspecto e fiquei me remoendo de como poder mudar.Mas o melhor de tudo foi ver que a oportunidade de mudança veio quando eu achei que não ia dar.

  3. Tiago

    Olá Tio,
    Engraçado isso, eu estava pensando em postar aqui um “resumo” dos acontecimentos quando completasse a primeira semana, mas tinha abandonado essa ideia por achar que seria um ato de vaidade.
    Mas já que você nos autorizou a fazer isso, então vou colocar as conclusões das meditações e resultados (acho que o comentario vai ficar meio grande, espero que não se importe):

    1 – Chessed de Chessed
    Durante a meditação eu pude “sentir” mesmo que parcialmente as diferenças entre as formas de amor EROS e PHILOS, mas ficou um ponto de interrogação em AGAPE. Depois de fazer a contagem, como era quinta feira antes da pascoa, e como bom protestante-não-praticante fui a igreja com a minha noiva. Durante o culto (protestante tradicional: não iurd ou safadezas do genero) aproveitei para fazer um exercicio de visualização com um “circulo magico” que eu desenhei, no qual coloquei no centro sob meus pés, o simbolo do Ákasha – o Ovo Negro segundo Bardon. E tive uma sensação muito interessante e mais forte do que as que eu já havia tido: uma espécie de integração com o Absoluto, um misto de vacuidade com totalidade, e quase pude ver o código por trás da matrix! hehe. Bem, mas com essa experiência, associada com o tema do sermão que versava sobre humildade e o Amor de Jesus eu tive um rápido vislumbre do que seria o amor Agape, não sei se vou me expressar direito, mas poderia-se dizer que ele é a Verdadeira Vontade: nosso objetivo espiritual, que transcende a vontade e os desejos corpóreos.

    2. Geburah de Chessed.
    “Ajude os outros nos termos deles, não nos seus” foi um dos melhores conselhos que eu já ouvi e me fez refletir profundamente na minha atitude em relação aos demais: Eu sou um microcosmos, um universo, assim como cada pessoa, por mais simplória que pareça, também é um microcosmos. Na medida do possível devemos ajudar uns aos outros, mas gerenciar corretamente o seu próprio microcosmos já é tarefa mais do que suficiente para 1 encarnação!
    Obs: no dia seguinte, tive um pequeno ganho “material” ao por em pratica o exercicio, que não teria ganho se tivesse agido como sempre ajo.

    3. Tifereth de Chessed
    Essa foi uma das meditações mais profundas da semana, só superada pela de Yesod. Pude sentir claramente o que significa “equilibrar” Geburah e Chessed. E pela primeira vez pude sentir uma empatia REAL pelas pessoas, suas dores e seus sonhos. Percebi também que as meditações e suas conclusões seguem uma sequência, onde uma vai complementando a outra.
    E o exercício me rendeu uma nova amiga!

    4. Netzach de Chessed.
    Tolerância… Não é de hoje que já reconheci o quanto sou preconceituoso e como é difcil mudar essa caracteristica.
    Muitas pessoas apenas colocam uma máscara sobre isso, muitas vezes até acreditando que se tornaram melhores, mas a sujeira do preconceito continua lá, debaixo do tapete, se acumulando, até que um dia…
    Bem, mas talvez motivado pela meditação de Tifereth e me conectando melhor aos outros, talvez eu tenha conseguido realmente melhorar um pouquinho nesse aspecto.

    5. Hod de Chessed.
    Humildade é saber quem você é, reconhecer defeitos E qualidades e a partir disso estar apto a aceitar os defeitos E qualidades das demais pessoas.

    6. Yesod de Chessed.
    SENTI que Yesod é a compilação de tudo o que veio antes. Que dá a forma final que será manifestada depois no plano fisico.
    Percebi duas coisas nessa meditação. Vou tentar colocar em palavras, mas é dificil para mim expressar exatamente o que senti.

    Compromisso: Há um certo dilema que sempre me perseguiu: Mesmo que tentemos “embelezar” as motivações de nossos atos, com ideais nobres como altruísmo, amor, etc. no fundo e por trás de tudo isso, o que sentimos são instintos básicos de recompensa e castigo: Ajudamos ao próximo por que nos sentimos bem, ou talvez por medo de um castigo divino, ou talvez para as outras pessoas terem uma boa imagem de nós, etc. Mas o Amor Verdadeiro ao próximo, ajuda sem esperar recompensa ou por temer castigo. E essa é a caracteristica de Ágape!
    Com o compromisso ocorre algo parecido: Por que nos comprometeremos com algo que não nos trará recompensa ou se não formos coagidos de alguma forma?
    A unica coisa que pode nos fazer superar os instintos grosseiros de recompensa e castigo é o amor Ágape, e esse foi o Insight dessa meditação: Isso ocorre por que Agape é a única forma de amor que não nasce em nós, mas vem diretamente de Deus, do Absoluto ou de que nome você queira lhe dar.
    Agape é a Vontade Divina, nossa Verdadeira Vontade, que nos impulsiona para o compromisso em levar adiante a Grande Obra.

    O segundo “evento” foi, como já ocorreu em muitas meditações minhas, sentir que havia avançado até o limiar da experiência fisica, porém não sabia como avançar além. Dessa vez, no entanto tive um rápido vislumbre do que seria meu Eu espiritual. As coisas do corpo: desejos, necessidades, sentimentos e até sensações que eu ilusoriamente achava que eram espirituais, estavam bem delimitadas dentro da esfera de maltkuth e havia apenas o espaço vazio em volta. Mas também senti que lá na escuridão, estava meu Verdadeiro Eu, adormecido ou desconectado da minha consciência. Tive a sensação de ver meu eu inferior, mente e corpo como uma marionete e que eu deveria me reconectar ao Verdadeiro Eu para que ele(Eu) a manipule e comande, do contrário, qualquer pessoa com habilidade poderá fazê-lo (como já o fizeram em varias ocasiões).

    Enfim, nessa noite não consegui dormir direito, e embora tenha sofrido uma queda no dia seguinte (não consegui realizar o exercicio e sucumbi a um antigo vicio…) parece que algo está realmente diferente agora, não sei colocar em palavras o que é, mas é mais ou menos como se os atos do corpo e mente não conseguissem mais me afetar de forma tão profunda quanto antes.

    Não vou me alongar mais neste comentário. Apenas aproveito para agradecer por compartilhar esse conhecimento com pobres mortais!

  4. Vinicius Lira

    Ainda não senti nada muito forte e correlacionado com os dias de cada meditação e exercício.. acho que ainda não consigo meditar direito =/

    Mas consegui criar forças para tomar uma decisão muito importante na minha vida.. trazer algo a tona que nem eu mesmo tinha coragem de admitir.. eu renasci.

  5. Bernardo

    Olá companheiros de contagem,

    tinha escrito um comentário gigante sobre como estou fazendo minha contagem, mas antes de enviar apertei sem querer F5 e ai perdi o que escrevi, enfim, vou tentar resumir.

    Neste post aqui o MDD ensina como construir um templo astral:

    http://www.sedentario.org/colunas/teoria-da-conspiracao/hermes-trismegistus-4409

    OBS: o filme “Amor além da vida” é muito bom.

    Então, to fazendo a reflexão do Omer dentro de um templo astral que estou construindo desde o início da contagem. Antes de ir para “lá” eu relaxo e faço a cruz cabalística, faço a contagem em voz alta, leio os textos do dia e fecho os olhos e vou para o templo, faço a reflexão e busco descobrir o que posso melhorar e qual exercício fazer no outro dia. Ao final volto ao corpo e faço a cruz cabalística de novo.

    No outro comentário eu tinha explicado em detalhes meu ritual, mas aí já dá uma idéia, cada um vai ritualizando com seus aprendizados. Eu por exemplo gosto de lavar as mãos e o rosto antes como forma de demonstrar respeito, gosto de pedir ao cosmo que me purifique antes de ir pro templo, agradecer ao sair, e chegar dizendo o que fui fazer, no caso a contagem do Omer.

    No mais estou gostando muito da contagem e tenho aprendido bastante, é minha primeira vez e está sendo uma experiência transformadora. Estou também com uma agenda escrevendo as reflexões e exercícios e fico impressionado quando verifico o amadurecimento dos pensamentos em cada dia. Agora é buscar praticar os aprendizados todos os dias.

    Acho que este método que estou fazendo ajuda. O que acha MDD?

    @MDD – Seu método é PERFEITO. Inclusive ele é usado em algumas fraternidades como exercício intermediário/avançado.

  6. João Paulo Machado

    Estou fazendo a contagem desde o primeiro dia, abrindo e fechando com o ritual da cruz cabalística.
    Estava meio cético no início mas
    Os resultados tem sido visíveis, muito mais do que eu esperava. Inclusive várias “coincidências” ocorreram nesta primeira semana, sendo a mais notavel delas um fenômeno muito estranho que eu não consigo explicar: No quarto dia da contagem, após fechar a meditação com a cruz cabalística fui me deitar e, inesperadamente luzes brancas e brilhantes começaram a “piscar” pelo meu quarto! quase que como flashs de uma máquina fotográfica. Estranhíiissimo! Fora que o ambiente do meu quarto ficou mais harmonizado.

    Assim como a minha vida no geral, estou conseguindo reatar laços familiares que estavam meio que esquecidos depois de um período turbulento.

    Dá pra sentir o poder desta egregora agindo na sua vida, é fantástico. Basta ter vontade.

    Um abraço.
    Jp Machado

  7. Alessandro

    Olá Tio!
    Minhas experincias no plano material, foram que de tanto achar que eu era bom para os outros, percebi que na realidade era egoista, pois usava a minha habilidade de relação interpessoal, como modelo para fazer comparação com as outras pessoas. Hoje me envergonho disso.. as combinações de Chesed com as outras Sefiras me abriram os olhos, me sinto melhor assim. Consigo conviver melhor com as diferenças.
    No plano espiritual, comecei a ter sonhos cada vez mais lúcidos e não muito oníricos, as vezes rola uma viajada, mas…Parei de ser bombardeado pela Mente Coletiva, que queria que eu voltasse ao Status Quo.Ganhei um amigo aqui no TDC, o cara é 10 (Alef).
    Acredito que foi um tanto produtiva, para a primeira semana, restam 6!
    Muita Luz e discernimento á todos!

  8. Rafael

    Estou seguindo da forma correta, não perdi nenhum dia. Mas por enquanto não percebi nada de especial. Estou bastante ansioso. Ainda tenho a impressão que não consegui a “conexão” com a egrégora.

    Alguma dica?

    @MDD – ansiedade é ruim, tanto pra meditação quanto pra projeções e para todos os exercícios… recomendo fazer o exercício da vela e um exercício que vou postar daqui a pouco, para acalmar os pensamentos.

  9. SMgemas

    Oi! Marcelo,

    Estou fazendo desde do inicio, e me sinto com se estivesse vendo o mundo com outros olhos, Antes ficava preocupado porque algumas pessoas não me davam mais atenção ou amigos que nunca mais ligavam. Hoje eu vejo que não foram eles que me deixaram eu e que me distanciei deles por caprichos pessoais meus.
    Obrigado mesmo pela sua atenção em estar nos passando esses exercícios e meditações.

    Abraços

    Gemas.

  10. Kessler

    Ótima oportunidade de aprender e praticar o Sefirat passo a passo. Grato pelas aulas, valeu MDD.

  11. Giulian

    Não que sejam coincidências bizaaaaarras, mas assim, os exercícios do quarto e do quinto dia se encaixavam perfeitamente nos acontecimentos da minha vida (minha namorada ter terminado comigo).
    Gostei muito do exercício do primeiro dia, fazia um tempo que eu não me sentia próximo da minha mãe (ente querido alvo XD).

    Valeu, tio Marcelo. =D
    Continuarei seguindo pelos 42 dias restantes! \o/

  12. Luis Henrique

    É Rafael , acho que to que nem você, ainda não sinto uma conexão do tipo 100% com a egrégora, apesar de que no exercício de se reconciliar com algum parente, ali sim parecia uma conexão legal, mas não consegui, a egrégora aponto um lado , eu fui no outro hehehe e no fim, ficou no quase.

  13. Luis Henrique

    * se reconciliar com alguém que tenha se desentendido, retificando rs

  14. Bernardo

    MDD, no posto da Contagem da semana passada, um frater indicou esse um site que tem uma contagem do Omer do ano passado.

    Tem uns negócios em hebraico (eu acho), mas isso eu não estou mais tentando fazer, já que tentei vocalizar e achei que errei feio (vale a pena tentar pra ver se melhora?).

    Na verdade estou querendo mesmo é saber sobre os textos da Contagem que tem lá, parecem ajudar também já que as vezes os textos daqui são muito curtos. O que acha? Recomenda pra gente como leitura complementar aos textos do Omer daqui?

    http://khatyaozzetti.blogspot.com/search?q=ômer

    Deixo claro que eu perguntando o que você acha do texto do Ômer e não os textos do blog todo.

    @MDD – só não se mete a inventar o que voce nao conhece… a lingua hebraica é mântrica… cada fonema ativa certas energias quando vibrado do jeito certo.

  15. Hugo Lima"

    Estou mantendo um relatório no meu diário de práticas normal. Pensei em fazer as meditações no meu Sanctum, mas é impraticável fazê-lo morando com duas outras pessoas e gastando bastante tempo com coisas da faculdade.

    Como substituição, resolvi delimitar a área de meditação com o Ritual Menor do Pentagrama. Como eu não consigo sempre fazer no mesmo cômodo, tem três círculos em casa e mais um em outro lugar. Duas coisas que eu achei extremamente legal:

    * primeiro – as meditações fluem bem e, como é a segunda vez que tô fazendo, as conclusões estão cada vez mais maduras.
    * segundo – os pontos onde faço a meditação [e, por consequência, a cruz cabalística e o RmP] são como “wards”, realmente círculos onde a minha energia vigora. Passar por eles me deixa melhor e, se eu pensar agora na minha casa, consigo vê-los perfeitamente.

    A meditação de Yesod e de Malkuth foram as que me proporcionaram mais resultados no sentido físico. Tipheret, como sempre, é o grande diferencial no comportamento em relação às pessoas.

  16. Eric Vaz

    MDD, boa tarde!

    Eu enviei um post para você, pelo Sedentário, dizendo que tenho feito as meditações do Sefirat ha Omer e os exercícios. Porém, não sentia nada em relação à egrégora – é como se um outro “eu” conversasse comigo mesmo. E você pediu para que eu fizesse o Exercício da Vela. Inclusive, vou ensinar este exercício aos meus irmãos escoteiros.

    Todos os dias que tenho feito as meditações, antes de começar, faço o exercício da vela. Acendo-a num quarto escuro e me concentro somente nela, para livrar meus pensamentos e deixar minha mente calma. Depois de concentrado, medito, converso comigo mesmo e reflito sobre minha vida, meus pensamentos e sentimentos. E no dia seguinte, faço o exercício.

    Os exercícios e meditações teem me ajudado – e muito, já que tenho passado por problemas emocionais- e já percebi mudanças no meu comportamento e nos meus pensamentos.

    A minha dúvida é se a essência do Sefirat ha Omer é essa mesma? Ou se eu estou fazendo alguma coisa errada e deveria sentir algo vindo da egrégora?

    Muitíssimo obrigado por sua atenção!
    Longos dias e belas noites.

    @MDD – Vocês não podem esquecer que quase todos vocês são completamente NOOBs nesse meio… daqui 3, 4 anos, quando vocês fizerem o sefirah pela terceira ou quarta vez, a coisa com certeza será completamente diferente, talvez até em outros planos de consciência… Como diria o Morpheus, “Nobody makes the first jump”. Nenhum de vocês vai conversar com o Arcanjo Rafael de primeira… as coisas, dentro do ocultismo sério, são demoradas. A transformação de chumbo em ouro não acontece de um dia para o outro.

  17. Eric Vaz

    Certo! Então vou continuar neste caminho!
    Que inclusive, acredito estar sendo o correto.

    Muito obrigado pela atenção, Marcelo.

    Até mais

  18. Elrik

    Tio, já que vc já comentou que responde muito mais aqui do que no Sedentario, vou repetir uma pergunta q fiz lá, ok?

    Fui fazer o ritual do Sefirat pela primeira vez esse ano. No primeiro dia, apos dizer a frase de abertura “Hoje é o Primeiro dia do Omer – Chesed em Chesed”, senti meio que uma faísca, um arrepio que era diferente de qualquer coisa que já tenha sentido antes. Essa sensação ficou comigo mesmo um pouco depois do ritual. Já nos dias seguintes, já não mais tive a mesmo sensação. Então, vamos as duvidas: O que pode ter sido isso? Como posso voltar a sentir (afinal, ela foi longe de ser desagradavel, foi um algo de plenitude bem intenso)? E, caso volte a senti-la, que outras atividades posso exercer para aproveitar melhor essa energia?

    Aguardo respostas

    Elrik

  19. Lucas

    Primeira vez que realizo o Omer e certas coisas não me deixam de surpreender, passei uma semana muito difícil com a perda do meu avô, semana atarefadissima na faculdade e problemas de relacionamento, mas nem por isso as atividades do Omer deixaram se manifestar, as vezes de uma maneira tão sutil que chega até a ser engraçado. Os exercicios mesmo que não realizados explicitamente se desenrolaram de uma maneira até bizarra, já observava esse tipo de acontecimento mas nunca se manifestou de maneiras tão sutis.

    Nessa semana que passou eu não me empenhei nas tarefas do dia pelos tantos acontecimentos que de certa forma me derrubaram, apesar de eu entrar em contato com a egrégora todos os dias, mas nessa segunda semana prometo me empenhar mais.

    Com mais resultados eu postarei aqui, fiquem tranquilos.
    []s!

  20. A.K.

    @MDD – Nenhum de vocês vai conversar com o Arcanjo Rafael de primeira…

    Puxa, deu até desânimo de comentar depois disso… Estou fazendo a contagem pela primeira vez e posso ser noob, mas também posso te descrever as sensações de uma projeção se quiser…

    Após a primeira semana do Omer, sonhei com um ser. Seu nome era Aniel e possuia aparência humana, mas sua pele era pálida, seus cabelos eram brancos, seus lábios eram uma mistura de azul e púrpura, e emanava um brilho pálido. O ser sofria por causa do meu sofrimento, e eu sofria ao vê-lo naquele estado. “Vou libertá-lo”, pensei. Molhei meu indicador com saliva, depois toquei o meio de sua testa. Meu toque parecia causar-lhe dor, que logo cessou. Seus cabelos tornaram-se negros, sua pele tornou-se corada e perdeu o brilho pálido que emanava, como se houvesse deixado de ser o ser que era. Após a transformação, disse-me que minha filha deveria se chamar Ariel.

    Comento esse sonho por três motivos:
    Primeiro, porque geralmente sei distinguir meus sonhos de outras coisas. Quando eu sonho, eu não consigo voar, ou atravessar paredes, ou qualquer coisa “fora do normal”. Já este me deixou em dúvida… Segundo, porque Aniel e Ariel são dois dos 72 nomes de D’us. E terceiro, eu não estou grávida, mas há certos pormenores pertinentes que, por motivos óbvios, eu não posso comentar aqui.

    Juro que não li a bíblia antes de dormir, e que qualquer semelhança com o novo testamento é mera coincidência. Seria esse mais um “entretenimento” para as horas de sono ou foi uma estranha conexão com a egrégora?

  21. andré luiz

    lendo os comentários vejo q não acontece muito diferente comigo…
    fico mais feliz…
    é um chamado que dá qndo chega a hora do Omer, uma coisa muito especial.. Antes de fazer o Omer, me lavo ( assim como fazem os muçulmanos antes de rezarem(http://hamzaabdullah357.blogspot.com/2008/05/aprenda-rezar-como-o-muulmanos.html)
    é o segundo ano q eu estou fazendo já sinto uma leve diferença do ano passado sim. Parece q as leituras e os exercícios fazem mais sentido…

  22. henrique

    e ae MDD, blz?
    Cara, tava viajando justo na semana que começou a contagem.
    Acho que eu já sei a resposta, mas lá vai a pergunta:

    Posso começar do dia atual e tentar pelo menos fazer um pouquinho ou ‘perdeu preibói , volta ano que vem’?

    abraços

  23. laura

    No primeiro dia que eu fiz a contagem, eu tive um sonho que teve mt a ver com a meditação do dia… Mas ai eu desisiti de fazer a contagem… acho que estou fazendo alguma coisa errada… acho que não estou conseguindo me conectar a egrégora sabe??? mas ontem quando eu não fiz a contagem, foi estranho… era como se algo estivesse me chamando, no horario que eu faço a contagem… fiquei pensando nisso, e demorei pra dormir… (eu faço a contagem um pouco antes de dormir, lá pelas 10:30 mais ou menos…) vou continuar… outra coisa, não consegui fazer nenhum dos exercicios pedidos… quando li os exercicios pensei; Nossa!!! mas é tão simples que chega a ser bobo… de tão bobo que é não consegui fazer nenhum né??? rsrsrs!!! eu comecei a me ver de um geito muito diferente do que eu me imaginava… comecei a perceber muitos defeitos que eu não percebia antes… acho que também por isso esta sendo dificil continuar com a contagem… mas vou insistir…

  24. vimerson

    Tio

    o senhor pediu pra contar as experiências então lá vai a minha. Além de algumas coincidências das tarefas de se fazer no dia, tenho tido nestes dias de sefirha (depois do quaarto dia) muitas alterações físicas (no exames tudo normal) aftas na boca (muitas), dores de estômago, problemas de digestão e fígado, dores de cabeça, alteração no sono (sempre dormi bem), náuse, vômito, bolhas nas mãos etc…. estou sendo expurgado, existe alguma ocisa noplano astral que não quer que eu faça os exercícios.. ou é só coincidência??? Faço a cruz cabalística antes e após o sefirah e semrpe sinto um “pinicamento” no meu corpo 9principlamente mãos e cabeça).

    Muito obrigado

  25. Fernando

    Olá, boa tarde.

    Marcelo, caso o Omer não seja feito da forma correta, pode haver algum “efeito colateral”?

    Venho fazendo desde o primeiro dia as meditações e tentando fazer os exercícios do dia. No entanto desde que comecei, minha vida não parece ter melhorado, pelo contrário, só têm acontecido situações desagradáveis e dificuldades nas relações com as pessoas.

    Vejo nos comentários as pessoas falando como estão se sentindo bem, das melhorias que estão tendo e eu nessa fase complicada. Por isso a dúvida se isso é ou não uma consequência negativa do Omer.

    Obrigado e abraços.

  26. Marcelo, tenho tido alguns problemas também como o meu xará aí comentou. Tenho passado por algumas provações até de fé. Isso é normal. Teria a ver com o diabo tentando Jesus nos 40 dias que passou no deserto? (rsrs)

    @MDD – totalmente normal.

  27. Oriebir

    Olá companheiros de exercício!

    Venho aqui retratar como vem sendo meu Sefirat ha Omer.

    Este é o primeiro ano que faço,então já temos uma idéia do meu ‘aprofundamento’ nesta prática. =)

    A primeira semana para mim não foi como eu imaginei. Principalmente porque os exercícios eram mais relativos à relacionamentos com outras pessoas (aspecto que, agora na segunda semana tem sido diferente, pelos exercícios tratarem de atitudes individuais como “se comprometer a não criticar ninguém” e coisas do tipo.). Mas o principal motivador foi minha falta de comprometimento – eu fazia os exercícios entre as 21:00 e 22:00, e em alguns dias eu não parava pra me centrar no exercício daquele dia.

    Já na segunda semana, resolvi me disciplinar (e, olha só que ‘coincidencia’, logo na semana da disciplina!). Estava mentalizando isto, e lendo os comentários deste post quando vi o comentário do Bernardo ali em cima, falando sobre sua experimentação com o templo astral. Fui atrás do link e resolvi que começaria a segunda semana de exercícios praticando antes o exercício do templo astral. E desta vez, na faixa de horário mais indicada (18 – 19 h).

    Agora, antes de postar, vi que estava fazendo de maneira incorreta, porque fazia primeiro o templo e depois o exercício do Omer (quando o certo seria fazer a leitura e entrar no templo astral pra refletir sobre ela), mas percebi que mesmo assim, o exercício do templo astral tem funcionado muito bem, porque quando estou me desprendendo, sinto alguns ‘puxões’ em determinadas partes do corpo, como se estivessem realmente escorregando pra fora. (Isto procede, Marcelo?)

    Ademais, o templo em si tem se tornado muito vívido pra mim (ainda mais que eu desenho, hehehe!)

    Gostaria de te agradecer e agradecer ao cosmo pelo trabalho de adiantamento que está sendo operado por aqui. Parabéns.

  28. Edson Santos

    Bom dia…
    “A coisa ta feia a coisa ta preta, quem não for filho de deus, ta na unha do capeta” conhece essa musica? hehe… vamos ao que interessa…
    Estou vendo um monte de gente contando as coisas boas que se passam com elas, e eu não tenho nada de bom, só pedrada, apesar de que não estou seguindo a risca a Sefirat ha Omer, estou participando como mero expectador, mas o bixo ta pegando, as coisas acontecem na parte de exercícios, um exemplo exercício do dia 19.
    Exercício para o dia:
    Seja compassivo com alguém a quem reprovou anteriormente.
    Eu bati o carro há algum tempo e teve que fazer ele inteiro, dai um colega viu o carro e perguntou como tinha ficado, eu disse tem uma coisinha mal feita aqui uma coisinha ali e só… Quase 1ano depois o cara que arrumou o carro me liga no domingo metendo a boca que eu chamei de porco que o serviço dele era ruim e falou um monte, o que eu fiz? Fiquei quieto e falei p/ irmos falar com a pessoa que falou isso p/ ele, ainda estou esperando ele ligar p/ irmos lá!
    Fora mais um monte de dificuldades…
    A parte espiritual até que da p/ aguentar o difícil esta sendo a grana, ta uma pindaíba doida, e vem a familia… vc tem que voltar p/ igreja e por ai afora…
    Quase não arrumo grana p/ pagar o trimestre da AMORC, to sem p/ comprar as cestas p/ o sigilo e mapa, mas tenho esperança que vai mudar.
    Desde criança eu só levo fumo, minhas três irmãs nasceram no sitio com parteiras e uma delas foi meu pai que fez o parto, eu se minha mãe não vai para o hospital, nenhum de nós estaríamos encarnados e lá vem mais pedrada nesses 33 anos de vida…
    Arrumei uma grana ontem e comprei uma dúzia de ovos p/ a janta (minhas filhas adoram ovo) auauauauauuuu.
    Agora mudando de assunto, resolvi fazer a minha moedinha e já ta aqui no meu bolso, uma duvida das grandes me tirou o sono a noite toda antes de começar o ritual (resolvi fazer a cruz cabalística), pois se Ve-Geburah eu toco o ombro direito pq na arvore da vida Geburah ela esta do lado esquerdo?

    @MDD – Porque a Cruz é tridimensional… quando você está olhando de frente para ela (ela impressa no papel) Geburah está do lado esquerdo; mas quando voce se torna ela, então você é a própria cruz, ai Geburah fica do lado direito, porque você está do outro lado.

    Agora outra coisa, essa é cabulosa, quando cheguei em casa a noite minha esposa falou que o espelho do meu local de estudos tinha quebrado sozinho, é mole? Elas estavam deitadas no quarto assistindo tv e escutaram um barulho na sala na hora do almoço (estavam ela e minha filha de oito anos em casa) só depois que foram ver, o espelho trincou de cima em baixo.
    Mas mesmo assim amanheci o dia hoje muito contente depois de uma clareada de dia de boas e ótimas vibrações, quando eu conseguir pagar as cestas te envio meus dados 🙂
    Vou postar aqui o no seu site, se puder comentar alguma coisa vejo em algum dos dois.
    Sincero e Fraternalmente!
    Edson Santos.

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