Ritual Rubi Estrela

Ritual-Rubi-Estrela

Por Aleister Crowley
Este é um dos rituais oficiais da Astrum Argentum, publicado pela primeira vez em 1913 e descrito por Crowley como sendo “Uma nova e mais elaborada versão do Ritual Menor do Pentagrama, que superava em muito todos os rituais apresentados antes dele” (Chapter XXV of Liber CCCXXXIII). Crowley dizia que os rituais da Golden Dawn haviam se tornado estéreis, sendo obrigado a substituí-los pelo Rubi Estrela, muito mais potente e eficiente. Foi revisado em 1929 sob a alegação de que as variações do RMP haviam corrompido e deturpado a energia original e que o Star Ruby era o único que realmente conseguia acessar amplitudes de frequencias que o RMP não conseguia (Appendix VI of Book 4, Part III: Magick in Theory and Practice).


1 – De frente para o Leste, fazendo o Sinal de Banimento, diga com vontade: APO PANTOS KAKODAIMONOS ( ” Afasta-te Espírito do Mal” )
2 – Faça a Cruz Cabalística:
– toque a testa e diga: SOI – ” A Ti” – toque o sexo e diga: O FALLE – ” O Falus” – toque o ombro direito e diga: ISCUROS – ” A Força” – toque o ombro esquerdo e diga: EUCARISTOS – “Eucaristia; graça divina” – junte as mãos no peito e diga: IAO – ” O Deus dos Gnósticos; Isis ( As forças da Natureza) Apophis ( são destruídas) Osiris ( e renascem)”
3 – Continuando de frente para o Leste, coloque as mãos na face, envergando o corpo para trás, inspirando profundamente, imagine um Pentagrama dentro da cabeça, bem nítido e então, fazendo o Sinal do Entrante, lance-o para frente, rugindo THERION.
4 – De frente para o Norte, repetindo o gesto anterior, lance o Pentagrama para frente e diga NUIT.

Caso o estudante não tenha percebido, está girando no sentido anti-horário.
5 – De frente para o Oeste, repita o processo anterior, e sussurre BABALON.
6 – De frente para o Sul, repita o processo anterior e diga firmemente HADIT
7 – Completando o círculo, faça o Sinal de Banimento com energia e diga IO PAN, pisando forte com o pé direito.
8 – Faça os sinais de NOX.
9 – Na posição de Cruz (os braços abertos e os pés juntos), o estudante repetirá:
– PRO MOU IUGGES – (a minha frente Iugges) – OPISO MOU TELETARCAI – (atrás de mim Teletarcai) – EPI DECIA SYNOSES – (a minha direita Sainoses) – EPARISTERA DAIMONES – (a minha esquerda Daimones) – FLEGEI GAR PERI MOU O ASTHR TON PENTE – pois ao meu redor flamejam os pentagramas – KAI EN THI STHLHI O ASTHR TON EX ESTHKE – e na coluna do meio brilha a estrela de seis pontas.
10 – Repita a Cruz Cabalística, a parte 1 e o ritual estará encerrado.

No 777, a pedra Rubi Estrela, representa a energia masculina da Estrela Criadora.

@MDD – O Frater Goya enviou alguns comentários sobre o Rubi Estrela, que decidi anexar ao texto original para ficar mais fácil de seguir.

Por Frater Goya

No post há algumas considerações a serem feitas com relação à historicidade do Ritual Rubi Estrela, seu uso e fundamentos. Como alguns equívocos foram ao ar, consideramos ser relevante uma errata que coloca a informação no devido lugar. Complementar essa informação é importante para os estudiosos de Thelema.

1º – Crowley teria dito que o Rubi Estrela era um substituto do Ritual Menor do Pentagrama (equívoco):

2º – Crowley nunca disse que o dele seria melhor que o RmP. O termo usado foi “versão aprimorada”.

Referências:
O que Crowley escreveu no Liber CCCXXXIII foi “25 is the square of 5, and the Pentagram has the red colour of Geburah. The chapter is a new and more elaborate version of the Banishing Ritual of the Pentagram. It would be improper to comment further upon an official ritual of the A?A? ”

Traduzindo: “25 é o quadrado de 5, e o Pentagrama tem a cor vermelha de Geburah. O capítulo é uma versão nova e mais elaborada do Ritual de Banimento do Pentagrama.
Seria impróprio comentar mais sobre um ritual oficial da A ? A ?”

http://hermetic.com/crowley/libers/lib333.html

E o apêndice do Liber IV (ABA) – Magick in Theory and Practice possui apenas o roteiro de consecução, sem comentários adicionais aos citados acima.
http://www.sacred-texts.com/oto/aba/aba.htm e o apêndice VI – http://www.sacred-texts.com/oto/lib25.htm

Na página do CIH, colocamos uma versão comentada do Rubi Estrela bem detalhada, onde se explicita as diversas hipóteses do ritual.

Citação completa de Crowley sobre o RmP é: “Aqueles que consideram este ritual como um mero dispositivo para invocar ou banir espíritos são indignos de possuí-la. Corretamente entendida, é a medicina dos metais e a Pedra do Sábio “. (O Palácio do Mundo) “Não desprezes o desempenho do Ritual do Pentagrama.”
– Aleister Crowley, Liber Aleph

Portanto:
1 – Vemos no artigo um comentário: “(…)em 1929 Crowley estava em guerra de egos com a Golden Dawn e, obviamente, colocou seu ritual como a última bolacha do pacote”. Pra começar, não foi guerra com a GD, nem briga de egos, etc, Pois em 1929 não apenas a situação estava resolvida, como Mathers havia falecido em 20 de novembro de 1918, vítima da Gripe Espanhola. E a Golden Dawn já havia se dissolvido em inúmeras ordens, como The Hermetic Brotherhood of Luxor, Stella Matutina, Builders of the Adytum (BOTA), The Brotherhood of the Inner Light, etc., tornando qualquer briga de egos, sem sentido.
2 – No citado artigo, é dito: “Este é um dos rituais oficiais da Astrum Argentum, publicado pela primeira vez em 1913 e descrito por Crowley como sendo “Uma nova e mais elaborada versão do Ritual Menor do Pentagrama, que superava em muito todos os rituais apresentados antes dele” (Chapter XXV of Liber CCCXXXIII).”
No entanto, O Ritual Rubi Estrela foi publicado em 1913 e não em 1929. 29 foi revisão. E em 1913 o stress já havia passado. O RmP não era da GD pra ele criar outro e criticar a GD. Todos sabemos que o RmP vem do Sidur Hebraico. Em suma, ele não fez um em detrimento do outro. E conforme visto acima, Crowley nunca disse que o Rubi Estrela superaria o RmP na sua versão original. O Rubi Estrela é uma variante do RmP apenas banindo. Talvez até por isso não seria melhor ou um substituto do RmP usado na Golden Dawn.
Convém ainda comentar, que Crowley achava excessiva a mistura da GD, de hebraico, latim e grego, e pretendia naquele período “limpar” esse excesso, mantendo apenas o grego como língua sagrada que também se prestava à gematria, por exemplo.o Rubi é o melhor exemplo desse realinhamento.
3 – Sugerimos a leitura do Rubi Estrela comentado que está no site do CIH para download em: http://cih.org.br/cih_new/?p=386&wpfb_cat=5#wpfb-cat-5

Bibliografia:
http://hermetic.com/crowley/libers/lib333.html – Liber Aleph
http://www.sacred-texts.com/oto/aba/aba.htm – Magick In Theory and Practice, e o apêndice VI – http://www.sacred-texts.com/oto/lib25.htm
http://cih.org.br/cih_new/?p=386&wpfb_cat=5#wpfb-cat-5 – versão comentada do Rubi Estrela bem detalhada.
http://www.ordoaa.com.br – Astrum Argentum (Site Oficial)

Este post tem 24 comentários

  1. Joao Vitor

    No Vídeo, ele pronuncia os nomes com suavidez, e outros com certa firmeza, pq isso?

    @MDD – os nomes combinam com a vibração de cada um deles 🙂

  2. Allan

    Esse ritual é realmente mais eficaz que o RPM? Qual seria a consequência de se trocar as praticas diárias com o RPM pelo Rubi Estrela?

    @MDD – Não, não é rsrsrsrs… todo mundo que inventa um ritual novo tende a falar que ele é isso, é aquilo, deixa todos os outros obsoletos, etc… mas a verdade é que todos eles mexem com as mesmas vibrações. O que ocorre é que a pessoa que inventa o ritual está mais “antenado” com a egrégora que está trabalhando no ritual e, para ele, vai ficar muito mais impressionante. por exemplo, um caoísta fazendo o RMP da IOT ou um umbandista fazendo o RMP Umbandista ou um membro do CIH fazendo o Ritual de banimento enochiano. Para um Thelemita, o RE realmente será mais forte que o RMP, mas apenas se você realmente abraçar os conceitos thelemitas, caso contrário, poderá ser até inócuo (por exemplo, se um thelemita ou um membro do CIH fizer o RMp Umbandista ou da IOT, ele terá um efeito reduzido, porque o mago não “acredita” no que está canalizando e sua própria mente o sabota. Por outro lado, um ritual afinado produzirá um boost de confiança no mago, que ajudará na evocação 🙂

    1. Allan

      Aliás prestando mais atenção agora parece algo de 1° de Abril.

    2. Emmanuel

      “o mago não “acredita” no que está canalizando e sua própria mente o sabota. Por outro lado, um ritual afinado produzirá um boost de confiança no mago, que ajudará na evocação”

      No meu caso não é que não acredito no que estou canalizando no RMP, mas anos e anos de uma visão negativa da cosmologia judaico-cristã me faz me sentir incomodado ou não identificado quando eu digo os nomes de Deus, por exemplo.

      Quais outras formas de RMP existem (além do umbandista que vocês ‘criaram’)?

      @MDD – O Ritual Rubi Estrela, por exemplo. o Ritual Enochiano do Goya, o RMP da IOT…

    3. Sr. da macumba

      Já eu acho que que o ritual dava certo pro Crowley por que foi ele quem o criou, era algo DELE. O ritual estava de acordo com suas idéias, sua alma, suas simbologias, sua linguagem, em fim…era seu microssomo se expressando. Por isso eu acho que um ritual só irá dar certo 100% pra vc, se é vc quem o cria, pq uma egrégora ou outra pessoa dificilmente terá idéias, simbologia pessoal e linguagem lógica 100% iguais a sua, pois é como dizem, que a Verdade é pessoal…e o microssomo de um é diferente de outro…

      Então eu acho que o melhor a se fazer é estudar os fundamentos teóricos dos rituais e então usar a criatividade para criar os seus próprios métodos, sistemas mágicos, rituais, práticas, etc. Ou então ela irá buscar um ritual de uma egrégora ou de uma pessoa que mais se assemelha a sua maneira de pensar.

  3. Sr. da macumba

    E da mesma forma o Rubi Estrela também já está estéril.
    Todo conhecimento que temos nas mãos está ultrapassado, é de uma era anterior. Mas estamos na era de Aquário, e a única coisa que temos nas mãos são as “formas de bolo” da era passada, para a estudarmos e começarmos a, em fim, criar coisas novas. E então uma nova era surgirá, com conhecimentos novos, práticas novas e então nós, da nossa era, expandiremos para outros limites tudo aquilo que foi estudado e difundido no passado.

    @MDD – menos, menos… tanto o RMP quanto o Rubi Estrela ainda funcionam perfeitamente… em 1929 Crowley estava em guerra de egos com a Golden Dawn e, obviamente, colocou seu ritual como a última bolacha do pacote. Vemos muito disso por ai. Mas pode ficar tranquilo… nem o Rubi Estrela, e muito menos o tradicional e confiável RMP estão ameaçados 🙂

    1. Donilo

      Se assim fosse, algumas práticas de Yoga (que seriam da Era de Touro) não funcionariam em nossa era. No entanto, elas funcionam…

      1. Sr. da macumba

        A uma grande diferença entre afirmar que algo de milenios atrás está ultrapassado e afirmar que elas não funcionam mais.

    2. Macumbeira

      Aeeeeeeeeeeeee… finalmente alguém falou sobre as receitas de bolo!!!! rs

      Quem curte artes marciais, os rituais equivalem aos “Katas”: movimentos decorados e repetitivos apenas para exercitar certas coisas, mas a real luta não tem nada a ver com os “Katas”.

      Na magia é a mesma coisa, apesar de, infelizmente, 98% das pessoas que desenvolvem a magia acabam limitando-se aos rituais expostos em livros e em soc. secretas, que são apenas “Katas”, a real magia prática emana diretamente do cérebro apenas com a vontade, e qualquer decoreba de movimentos e nomes são para limitar o conhecimento destas pessoas. Magia é sinônimo de liberdade, e qualquer receita de movimentos ou nomes é o mesmo que trancar o suposto mago com grilhões no jardim de infância da magia.

      1. Soullesswarrior

        Macumbeira os “katas” como voce fala estão longe de ser movimentos mecânicos e “receitas de bolo” , a defesa pessoal do karatê está nos katas principalmente nos bunkai (aplicação do movimento do kata). Existindo os bunkai clássicos e os não clássicos que são adaptações aos movimentos do kata mais eficientes e atuais (opinião pessoal). Quando comecei no karatê também pensava assim como você, somente com o passar dos anos percebi que o kata é bem mais que um conjunto de movimentos decorados. Porém se o karateca não tiver a mente aberta e adaptar-se as situações esqueça tudo que eu escrevi acima.

        1. Sr. da macumba

          Isso foi só um exemplo e vc entendeu bem o que ela quis dizer…

          O problema é que o povo é muito dogmático, até no ocultismo. É só aparecer alguém de mente mais aberta sugerindo novas coisas e mais liberdade de movimento que o povo já mete o pau defendendo as “tradições ditas imutáveis”.

          O problema é que esse estilo rígido de fazer magia só atrapalha. Já percebeu como o plano astral é tão abstrato e o quanto trabalhamos com a imaginação na magia? A própria Luz Astral é como fluídos de tinta no ar onde nele pintamos o que quisermos.
          Ou seja quem mexe com Ocultismo trabalha com algo mais ABSTRATO do que CONCRETO.

          Mas as pessoas querem receitas de bolo, verdades absolutas, coisas rígidas, imutáveis e cada vez mais concretas.

          Mas na magia, para fazer as coisas darem certo, vc tem que mexer os pauzinhos, criar e intuir…tem coisas que a intuição diz pra gente fazer que nem faz sentido pro intelecto, mas a gente faz e da certo. Pq a intuição está a cima do intelecto, é transcendente, e se for tentar entender, se for tentar tabelar tudo, o kara fica louco. Vc mexe com coisas abstratas…e a abstração é diversidade, é arte…

        2. Macumbeira

          É isso que o Sr. Macumba falou, Soullesswarrior. Eu também concordo com o que você disse, mas a minha grande indignação é que as pessoas acham que magia = ritual, é tipo pegar a receitinha de bolo do ritual do pentagrama, fazer os sons e movimentos certos e pronto.. plim plim plim magia!!
          Mas, na minha humilde opinião, magia é ao contrário disso, é sinônimo de liberdade. O que quero dizer é que ao invés de você precisar decorar um ritual para, por exemplo, proteção, você pode alcançar o mesmo efeito fazendo, vamos supor, malabarismo, assistindo chavez e comendo batata frita, se souber como mentalizar e projetar a intenção/pensamento pelo eletromagnetismo, sendo que, inclusive, pode ser feito de forma quase instantânea, dependendo do grau de sua concentração, respiração e capacidade de projetar o seu pensamento.
          O ritual serve apenas para isso, para alcançar essa expansão eletromagnética, pelos simbolos, falar, movimentos e etc, como os “Katas” que lhe ensinam os movimentos, tempos, passos etc, mas o lutador vence uma luta com movimentos espontâneos, que não seguem obrigatoriamente uma sequencia de movimentos, da mesma forma que na magia você deve conseguir, por exemplo, realizar algo, estando de mão e pés atados.
          Ops, falei demais rsrs.

          1. Sr. da macumba

            Nossa, muito bom. Eu entendi o que vc quis dizer e já percebi isso na prática.

            Eu andei fazendo repetidamente por alguns meses um ritual de banimento Gnóstico (“Elion Melion Tetragramaton” e imagina um pentagrama branco junto com a pronúncia).

            O que eu percebi é que ele passou a fazer parte do meu inconsciente. Hoje eu apenas intento (com a Vontade) que o banimento aconteça sobre o local ou Entidade malévola e então ele no mesmo instante acontece! Ou seja de forma já AUTOMÁTICA e NATURAL, rapidamente, como um golpe! que depois de um atleta te-lo treinado por tanto tempo já acontece de forma “espontanea”, sem precisar mais pronunciar as palavras e imaginar o pentagrama !

            Acho que o fim de toda a mago dedicado é esse, conseguir fazer magia de modo natural, espontaneo. E os rituais e os movimentos feitos de forma lenta servem apenas como treinamento para o mago tomar consciencia dos mecanismos da coisa.
            Depois de tomado consciencia disso, a própria consciencia do mago já é capaz de fazer as coisas acontecerem, de forma consciente, diferente de antes, que era de modo inconsciente ainda.

            Até pq, se vc estiver em meio a outras pessoas, por exemplo, e for atacado por alguma entidade, ou mesmo se estiver no astral, ela não vai esperar vc fazer toda aquela magia ritual…

            Conseguir fazer “até estando de mão e pés atados” foi realmente um ótimo exemplo de como a realidade exige que a gente faça magia.

            Estou realmente impressionado com seu nível de prática, muito bom.

          2. Sr. da macumba

            Eu entendi o que vc quis dizer e já percebi isso na prática.

            Eu andei fazendo repetidamente por alguns meses um ritual de banimento Gnóstico (“Elion Melion Tetragramaton” e imagina um pentagrama branco junto com a pronúncia).

            O que eu percebi é que ele passou a fazer parte do meu inconsciente. Hoje eu apenas intento (com a Vontade) que o banimento aconteça sobre o local ou Entidade malévola e então ele no mesmo instante acontece! Ou seja de forma já AUTOMÁTICA e NATURAL, rapidamente, como um golpe! que depois de um atleta te-lo treinado por tanto tempo já acontece de forma “espontanea”, sem precisar mais pronunciar as palavras e imaginar o pentagrama !

            Acho que o fim de toda a mago dedicado é esse, conseguir fazer magia de modo natural, espontaneo. E os rituais e os movimentos feitos de forma lenta servem apenas como treinamento para o mago tomar consciencia dos mecanismos da coisa.
            Depois de tomado consciencia disso, a própria consciencia do mago já é capaz de fazer as coisas acontecerem, de forma consciente, diferente de antes, que era de modo inconsciente ainda.

            Até pq, se vc estiver em meio a outras pessoas, por exemplo, e for atacado por alguma entidade, ou mesmo se estiver no astral, ela não vai esperar vc fazer toda aquela magia ritual…

            Conseguir fazer “até estando de mão e pés atados” foi realmente um ótimo exemplo de como a realidade exige que a gente faça magia.

            Estou realmente impressionado com seu nível de prática, muito bom.

  4. Vinícius

    Seguindo essa lógica, então seria normal um adepto avançado (tipo um Magister Templi) criar rituais e símbolos próprios mais afinados com a própria individualidade? Como o A.O. Spare criando o alfabeto dos desejos através de um mergulho no próprio Inconsciente, apesar de muito provavelmente as 22 letras do seu alfabeto corresponderem aos 22 caminhos da Árvore, por ter sido algo recebido diretamente por ele, seria algo muito mais potente para seu uso próprio?

    @MDD – Isso 🙂

  5. Gabriel

    Como alguém diria que “já que estamos na era de aquário, o Rubi estrela já está estéril” se ele é um ritual imerso nas energias do novo aeon?

    1. Sr. da macumba

      Novo Aeon? Nós estamos no comecinho da era de Aquário, as bases dessa era só estarão assentadas daqui uns 500 anos…Samael Weor também disse que as práticas que ele criou estão adaptadas para a era de aquário, mas não estão não…ainda tem muito chão, muito experimento pela frente e muita coisa por vir pra dizer que algo é novo, da era de aquário.

      1. D

        A Era de Aquário é uma transição astrológica de amplo aspectro, meu caro, e definitivamente não tornará nenhum ritual obsoleto, e nem destruirá nenhuma ciência magística.

        As energias astrológicas são apenas 12 da imensidão de inúmeras que existem pelo universo e, conquanto afetem algumas características de alguns rituas e métodos, podem inclusive ser banidas do Círculo pelo mago que possua a expertise necessária e a técnica adequada.

        Além do mais, a história da raça humana, enquanto homo sapiens sapiens, pre-data a pelo menos 100.000 a 200.000 anos no passado. Nós já passamos, enquanto espécie, por essa Era – diversas vezes.

        Nosso Inconsciente Coletivo a conhece muito bem, e possui todas as informações necessárias para podermos acessá-la.

        Assim, nada que vier será novo. Será, quando muito, redescoberto. Como tudo o é, desde que Encarnar tornou-se sinônimo de Esquecer, e o Tempo dos Sonhos ficou para trás, perdido na História.

  6. Alexandre

    Marcelo, trabalho como agente penitenciário. Fico num ambiente pesado(dor, solidão, tristeza, ódio, morte e maldade). Já foram vistos vários vultos ou gritos nos pavilhões e um ser parecido com este http://th02.deviantart.net/fs70/PRE/i/2013/299/5/4/insidious_by_prettyscary-d6rutdh.jpg do filme insidiuos que fica engatilhando no teto do corredor de um dos pavilhões. Pelo local e tipo de trabalho se torna impossível fazer rituais como RPM e o RER lá. Qual é as melhores formas de se proteger(amuletos, egrégoras etc) pois você sabe que num local como este toda luz é veementemente atacada.
    Obrigado pela atenção.

  7. adê

    Poderia então misturar as representações de acordo com meu entendimento para fortalecer o intento do ritual?
    Ex: trocar geburah por ogum na cruz cabalistica, mas permanecer com malkuth em vez de utlizar omulu e assim por diante?

    1. Kauê Rodrigues

      Aí fica difícil, porque símbolos só funcionam em um contexto próprio. Se você mistura entidades de duas egrégoras diferentes acho que você acaba não acessando nenhuma das duas.

      @MDD – Correto. O ritual todo precisa ser reescrito e adaptado para fazer sentido. Não pode apenas “trocar” os nomes.

      1. PeX

        Isso me fez lembrar de uma teoria que eu ouvi e não sei de quem é. A teoria dizia que todos os mitos do mundo surgiram de um mito primordial. Pareceu-me algo a ver com as idéias estruturadas da Árvore da Vida mas não tenho certeza, só pareceu mesmo.

  8. Coutinho

    Eu gostaria somente de apresentar um video que, creio, representa melhor o ritual, em questão de pronuncia e posições:
    https://www.youtube.com/watch?v=UxCnzRVU1WI

    Para quem se interessar, e tiver afinidade com a lingua inglêsa, vejam os outros videos deste canal (Frater Oz).

  9. mateus soares flores

    Poxa vida, acabei de fazer o ritual aqui onde estou. Estou iniciando no mundo da Magia e do Ocultismo, e esse foi o primeiro ritual prático que fiz. Sei que não fiz ele totalmente certo, até pq tenho dificuldades de saber onde é o leste norte sul e oeste e sentido anti horário, mas fiz com muita vontade e as energias e vibraço~es que senti depois de terminado são muito incriveis… sem explicação abraços

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