Física Quântica e a Arca da Aliança – parte I

Eu juro pelos deuses que este vai ser o último post envolvendo eletromagnetismo e universos paralelos. Semana que vem vamos para a Arca, a Kabbalah, os dez Mandamentos e o Templo de Salomão.
Antes de começarmos, eu queria sugerir este documentário da BBC (legendado) justamente sobre física quântica e universos paralelos. Primeiro vou deixar os cientistas falarem, depois dou a versão ocultista.

Como todos aqui já estão cansados de saber, acreditava-se que toda a matéria do universo fosse constituída por ÁTOMOS. Mais tarde, estes átomos foram divididos em Elétrons, Prótons e Nêutrons.
A física de hoje tem uma espécie de tabela que contém todas as partículas elementares: São seis tipos de quark (os tijolos dos prótons e nêutrons, que constituem basicamente tudo o que você enxerga), seis “léptons” (elétrons, neutrinos e mais quatro primos próximos deles) e 4 partículas “fantasmas”, sem peso nenhum, feitas de energia pura. Elas são os “bósons” – os tijolos das forças da natureza. A mais notória é o fóton, o tijolo (ou bóson, se você preferir) da força eletromagnética.
Os fótons que correm por aí são chamados de “luz” ou até mesmo de “sinal de celular” – duas manifestações da força eletromagnética, ainda que bem distintas. As outras partículas de energia pura são os glúons, os elementos que mantém os quarks “colados” (glued) uns aos outros. Temos também os “bósons da força nuclear fraca”, conhecidos como bóson W e bóson Z.
Fechando o grupo das partículas elementares, vem a mais curiosa delas: o Bóson de Higgs. Ele entra como uma ferramenta para explicar porque existem partículas “fantasmas”, sem massa, e “concretas”, com massa. A ideia é que, na verdade, todas as partículas seriam fantasmas (para os Ocultistas, o restante da Árvore da Vida fora Malkuth). Mas algumas deixariam para trás seu estado fantasmagórico ao interagirem com o oceano de bósons de Higgs que permeia o Universo – a ideia foi do físico Peter Higgs, que acabou batizando a coisa. Pronto. Tudo explicado. Os rosacruzes chamavam estas partículas de “Energia Espírito”.
(sim, o termo foi usado errôneamente por Kardec e mantém-se até os dias de hoje com um significado completamente diferente de sua idéia inicial fora dos círculos iniciáticos, mas isso é assunto para quando chegarmos no século XIX).


Resumindo: creio que todos concordam que TUDO no universo é formado a partir de uma energia única (vamos chamar de “blocos fundamentais” porque eu sei que “Energia Espírito” vai arrepiar os ouvidos sensíveis de muitos por aqui) e que ela apenas se diversifica na aparência, e que esta diversificação se deve simplesmente ao fato de que estes blocos não contêm a mesma quantidade desta energia. Se todos os blocos fundamentais da composição do universo se apresentassem da mesma maneira, seríamos absolutamente incapazes de diferenciá-los… Em outras palavras: madeira, aço, vidro, borracha, água, uma laranja… todos se apresentariam exatamente da mesma maneira para nossos sentidos objetivos. Até mesmo o ar que respiramos não poderia ser diferenciado de uma pedra!
Mas vivemos em um mundo com infinitas matizes. Como?

Para responder esta pergunta, precisamos definir o que vem a ser vibração, ou energia vibratória. Para os físicos, trata-se de uma propagação de ondas caracterizadas por freqüência, comprimento e amplitude constantes ou variáveis.
Para ilustrar o que vem a ser esta impressão, vamos nos ater a um exemplo simples: Imagine as ondas no mar e um barquinho sobre elas. Conforme as ondas se movimentam, o barco oscila para cima e para baixo, mas não se mexe. Para um observador estático, o barco estaria se movimentando apenas para cima e para baixo.
Agora vamos começar a dar nó na sua cabeça.
Este exemplo considera ondas em cenário em 2 dimensões físicas (e uma temporal) e um observador em 1 dimensão física (e uma temporal). Agora vamos imaginar um cenário matematicamente possível de ondas se propagando em N dimensões cujos efeitos só são percebidos pelo observador que está em um mundo com 3 dimensões físicas e uma temporal.

E nós temos o que chamamos de “realidade”.
Então, onde você está vendo uma maçã, na verdade, temos vibrações destes blocos fundamentais em N planos dimensionais cujo resultado palpável no plano físico seria um objeto com forma de maçã, cor de maçã, gosto de maçã, cheiro de maçã, textura de maçã e, quando em contato com os seus dentes, barulho de maçã.

Estas variações se devem à variação da freqüência, comprimento e amplitude destas ondas em N dimensões. Os Rosacruzes da Idade Média chamavam esta multiplicidade de “teclados vibratórios” e conseguiram designar diversos fenômenos físicos dentro do mesmo diagrama. Desde raios cósmicos até as cores, cheiros e texturas.
Há um experimento simples para demonstrar isto, realizado pelo cientista rosacruz JOHN DALTON no século XIX. O experimento consistia em girar uma bola de aço ao redor de si mesma, com velocidade crescente. Enquanto a rotação mantinha-se fraca, não havia alteração perceptível. Aumentando o movimento, chegou a um ponto onde os contornos da esfera já não eram mais perceptíveis. E depois outro momento onde o movimento começou a emitir um som. Aumentando a rotação ainda mais, a emissão de som tornou-se mais aguda e em seguida a bola tomou uma coloração avermelhada. No máximo de velocidade mecanicamente possível na época, a bola começou a emitir calor. Segundo Dalton, uma rotação infinitamente mais rápida faria a bola se tornar invisível e acabaria por desintegrá-la.

Colocando estes dados em nosso “Teclado de Espírito” temos, do ponto de vista metafísico, em apenas UMA escala:

– Raios Cósmicos
– Raios Gama
– Raios X
– Ultravioleta
– O espectro de cores visíveis
– Infravermelho
– Calor
– Micro-ondas
– Ondas de rádio
– Ultra-sons
– Ondas sonoras
– Odores
– Sabores
– Infra-sons
– Matéria

H. Spencer Lewis, Imperator da AMORC, chegou a construir um aparelho que convertia notas musicais em cores entre suas várias invenções e descobertas científicas.

Os iniciados gregos, os sacerdotes egípcios e aqueles que vieram antes deles já mediam as freqüências pelo número de vibrações por segundo, especialmente no campo da música. A prova disto está na Câmara dos Reis e nos estudos pitagóricos que falarei mais adiante. Além disto, eles já haviam percebido que a nota emitida por uma corda tinha uma freqüência que também variava na proporção de seu comprimento. Trabalhando com uma harpa, ele descobriu que a freqüência dobra de uma oitava para a outra, ou seja, se o Dó vibra a 256hz, a oitava superior será 512hz e assim por diante.

O número mágico 7

Dentro de uma oitava, na música existem sempre 7 graduações, repetidas em um ritmo cada vez mais grave e cada vez mais agudo… dó ré mi fá sol lá si e o dó da oitava seguinte… ou sete cores no arco-íris, sete tons básicos de perfume, sete temperos básicos e assim por diante. Claro que dentro destas 7 notas básicas existem uma infinidade de sub-tons, sub-cores e sub-cheiros, formando todo o multiverso que conhecemos.

Quem quiser brincar, há um simulador de piano para baixar neste SITE.


Os leitores mais atentos já perceberam que, se esta seqüência de sete notas se repete em todos os campos do teclado de vibrações, existe um dó, um ré, um mi, um fá, um lá e um si em todas as escalas o teclado, ou seja, existe uma correspondência de cheiro para o dó, uma cor, uma cor psíquica, um sabor, uma textura, e assim por diante… Quem já estudou alguma coisa de alquimia e kabbalah começa a entender porque associamos certos planetas a certas cores, metais, sons, incensos, velas e músicas em nossos rituais…

O mundo Invisível

Como eu disse acima, estamos estudando a projeção de N dimensões em nossas 3 dimensões físicas. E estas vibrações se sobrepõem e se combinam. Um exemplo prático é que o mesmo dó quando tocado por um piano, violino, violão, bateria, saxofone, etc. são bastante diferentes, apesar de serem perfeitamente identificados como dó.
Conforme eu tinha explicado no post do O Grande Computador Celeste – parte I, existem dimensões fora do que chamamos “plano material”. Traduzindo para uma linguagem científica:
Quando falamos de sons, existem os infrasons, a faixa de sons audíveis e os ultrassons. Quando falamos de cores, temos o infravermelho, a faixa de cores visíveis e o ultravioleta, Quando falamos de cheiros, existem os cheiros que não conseguimos sentir, a faixa de cheiros humana e os ferormônios. E quando falamos de matéria, temos a escala tangível de densidades e as faixas que não conseguimos detectar AINDA. São nestas faixas que ficam os “fantasmas”, “sonhos”, “pensamentos”, “construtos astrais”, “emoções” e afins. Acreditem, assim como os cientistas ortodoxos descobriram o infravermelho, ultravioleta, infrasom e o ultrassom, é apenas uma questão de tempo até existirem aparelhos capazes de detectar estas outras dimensões materiais.

O visível e o Invisível

Estas faixas de vibração de matéria às vezes se sobrepõem. É possível interferir nestes campos eletromagnéticos sutis através de ondas mentais ou emocionais. É o que as religiões espiritualistas chamam de médiuns (aquele que é mediador). Da mesma maneira que perfumistas conseguem identificar cheiros que não conseguimos, estas pessoas enxergam vibrações que não somos capazes de enxergar, ou escutam vozes que não escutamos, ou sentem cheiros que não estão no plano físico. Boa parte destas pessoas, por pura ignorância, são taxados de “loucos” ou “esquizofrênicos”. Da mesma forma, entidades que estejam nestas outras faixas de vibração conseguem, mediante esforço mental, afetar o plano material (os chamados “poltergeists”, “ouijas”, “jogo do copo”, “mesas girantes”, “possessão” e outros fenômenos parapsíquicos). Da mesma forma os ocultistas conseguem aprisionar espíritos em círculos, praticar exorcismos, traçar círculos de proteção ou limpar as energias de algum local.
Se vocês quiserem, peçam nos comentários que eu faço um post “padre Quevedo” explicando racionalmente como funcionam os principais fenômenos “sobrenaturais” envolvendo fantasmas do ponto de vista eletromagnético.

A explicação sobre faixas de freqüência vibratória demonstra facilmente que praticamente TODAS as histórias de assombrações, fantasmas e poltergeists nada possuem de sobrenatural, sendo apenas manifestações energéticas de planos sobrepostos. Claro que, obviamente, existe uma quantidade ABSURDAMENTE ENORME de charlatões ou embusteiros neste meio, como o John Edward, por exemplo. Mas se por acaso alguma pessoa de sua confiança (sua mãe, ou tia, ou avô) tiver alguma história “sobrenatural” para contar, especialmente se ele tiver planetas do seu mapa astral no signo de Peixes, pense duas vezes antes de achar que ele está louco.

Muita gente não gosta de estudar estes fenômenos porque os profanos adoram misturar “mundo espiritual” com “religião”. Quem não gostar da parte religiosa destes estudos (e eu sou um deles), procure pela internet por “espiritualismo laico” ou “Rosacruz Áurea” e você vai encontrar pessoas que estudam estes fenômenos totalmente desvencilhados de religião. Alguns até mesmo são ateus!

E, da mesma maneira, cores, sons, cheiros, texturas e principalmente música podem afetar nossos estados mentais e emocionais, pois suas vibrações interferem nas vibrações sutis de nossos pensamentos e emoções (é o velho truque de pintar as paredes das fastfoods de vermelho e amarelo para despertar o apetite). Estudamos este tipo de coisa na SEMIÓTICA e em MENSAGENS SUBLIMINARES. Nos rituais de magia cerimonial, estes fatores são fundamentais para harmonizar as freqüências mentais desejadas para cara tipo de operação mágica (vou falar mais sobre isso quando falar de xamanismo).

E onde diabos entram os chakras?
Calma, crianças… já vamos chegar lá… antes vamos falar de magnetismo. A Terra, além de gerar um campo eletromagnético que todo mundo já aprendeu na escola, possui uma energia interna chamada energia telúrica. Da mesma forma que um imã forma linhas de força (todo mundo já fez a brincadeira da LIMALHA DE FERRO na escola, certo?), na Terra, por causa da interação das linhas telúricas com as linhas magnéticas, temos as LINHAS DE LEY conforme já expliquei na outra coluna.

Novamente, de acordo com Hermes Trimegistro, “Tudo o que está em cima é igual ao que está em baixo”. Desta maneira, o ser humano, por seu metabolismo, também pode ser considerado um corpo energético. Na realidade, todas as suas ações, desde o modo de se deslocar (que produz som) até seus pensamentos produzem vibrações. E as linhas de Ley no ser humano são as linhas energéticas e os pontos de acupuntura, tão conhecidos pelos orientais.

E, da mesma maneira que imãs se atraem e se repelem de acordo com suas polaridades, pessoas se atraem ou se repelem de acordo com suas emanações, mas isto é feito em um plano mais sutil das nossas N dimensões. Para nossos sentidos objetivos, fica apenas aquela sensação inexplicável de “não fui com a sua cara”.

Os chakras são o equivalente etéreo das glândulas. Da mesma maneira como as glândulas regulam a produção de certas substâncias necessárias para a sobrevivência de nosso corpo físico, os chakras regulam a absorção e a distribuição destas energias dentro do nosso corpo astral (que nada mais é do que um de nossos sete corpos, ou se preferirem uma linguagem mais científica, um dos corpos que coexistem em nossas N dimensões metafísicas).
Os chakras são em número de 7 (mas você já não está mais surpreso com isso, certo?) e estão associados a cores, sons, cheiros e tudo mais na nossa escala.
Como este texto já ficou enorme, semana que vem finalizamos os Chakras. Já sabemos o que eles são, mas para que servem?

Este post tem 36 comentários

  1. xOx

    pode ser impressão minha, mas acho que ja li esse post em algum lugar…

    @MDD – com certeza já leu… no Sedentário e Hiperativo, o blog original do Teoria da Conspiração.

  2. artur

    – Como posso continuar considerando o mundo real se o “EU” que esta fazendo com seja real, é intangível? ( dvd, quem somos nós?).
    Agora pergunto: Para uma bruxa, mulher com sabedoria, o Deus interior a que se refere, é o “eu” interior? E mais, o Deus interior seria a consciência que habita o térno corporal biológico? Se a resposta for afirmativa; Onde está o “amor”, em face a esta prisão biológica?
    Meu e-mail: [email protected]

  3. Rosana

    Sei que vai parecer meio “piegas” e que muitas outras pessoas já devem ter dito a mesma coisa para você, porém sempre visito seu blog mas nunca comento (na verdade não comento nunca em lugar algum), mas senti vontade de fazer este post apenas para dizer que partilhamos as mesmas crenças e valores e, no meu caso, o ocultismo sob o anonimato me trouxe (e traz) surpresas dignificantes.
    Fique em Paz (somos UM) :.

  4. Ignus Factu

    ” Se vocês quiserem, peçam nos comentários que eu faço um post “padre Quevedo” explicando racionalmente como funcionam os principais fenômenos “sobrenaturais” envolvendo fantasmas do ponto de vista eletromagnético. ”
    Tah pedido, tio Marcelo…
    (( jah tem um tempo q to esperando esse post sobre eletromagnetismo, linhas de ley e fantasmas XD ))

  5. Nelson Madeira

    A teriora das Supercordas/teoria M trata de algo muito parecido. Talvez seja a ciência chegando mais próxima de desvendar os mistérios do universo.
    Parabéns pelo post.

  6. kK

    Quanto ao documentário:
    Há lendas africanas bem antigas que diziam que o universo era uma canção.
    E Tolkien, se eu não me engano, disse que o universo era a canção do deus Enu, ou Eru ( não lembro ) cantada pelos outros deuses.

    Como eles percebiam esta freqüencia tão pura, mesmo outras a ponto de saber exatamente ?

    1. Narniano

      E C.S.Lewis, amigo de Tolkien, em as Crônicas de Nárnia diz que o universo foi criado por um leão cantando… Tá bom que as crônicas são totalmente cristãs, but aniway.

  7. Eduardo Peralta

    É sempre bom reler as colunas, a gente sempre “pesca” uma coisa a mais… Obrigado Marcelo

  8. Thiago

    Tá pedido o post “Padre Quevedo”…
    e tenho mais um interesse. sobre o tanto de percepções que podemos alcançar com nossos sentidos, me parece que já existem estudos que afirmam que nós não temos apenas cinco sentidos… mas uma dezena deles… já vi algumas coisas legais, mas, se você puder, faz um post legal para gente!

    =)

  9. RW

    Nova mente parabéns!!! Esquecemos de lembrar que não esquecemos quem somos!! Abração irmão!!

  10. Esse Marcelo DD é demais. E este post foi o mais fantástico que já li. Espero que nos dê mais ensinamentos do que foi falado neste post.

    Obs: quando vi o MDD na tv, achei sua presença estranha… parecia muito insegura.. não mostrando a tamanha grandiosidade de conhecimentos que possui. Talvez seja interessante que você não mais apareça em programas chulos de tv MDD. Pois “pré-conceitos” (escrito desta forma para ficar clara a intenção) podem aparecer. Ou se for aparecer, que não seja com a mesma postura… Acho que me entendeu.

    Obrigado pelo post

  11. Fapad

    Cara o que tem a ver Desapego com Vitória ?

    e o texto sobre canhotos magicamente falando que comentei na palestra em campinas ?

    abraçãooo

  12. Thiago

    Muito louco essa tal fisica quantica, essas energia e dimenções seria talves oque as pessoas chamam de Alma, o sopro de vida divino, mas porque ser divido se vem da natureza, de nosso planeta.

    Vou acompanhar os posts.
    vlw por compartilhar.

  13. Igor

    Assim como seus textos, algumas coisas são mais completas depois de vermos mais de uma vez, voltei a ver a palestra do Nassin Haramein, onde ele fala sobre geometria sagrada, civilizações antigas e física. E depois de fazer uma maratona aqui com minha namorada (eu ja vendo pela segunda e minha namorada pela primeira) eu percebi muito mais do que na primeira vez que vi.

    Percebi que nós todos somos extensão do universo, a melhor coisa que ele fala é que o espaço não nos separa, nos une, é o que faz de nós os mesmos, pois nós somos o espelho do espaço. Nós só existimos por causa do espaço é o yin yang, o positivo e o negativo que se completam. Foi isso que esse ciêntista, cético o bastante pra duvidar até da ciência que aprendia, prova com bastante calculo, pesquisa e muita lógica.

    Ele fala em pequenas partes mais ou menos tudo que você já falou, indico para você ver, acredito que vá gostar bastante. Infelizmente só tem o audio em inglês com legenda em espanhol, mas da para entender muito bem.

    Essa é a conclusão, 4 parte de uma coleção de dvds que ele lançou com uma palestra para provar toda sua teoria da unificação. Onde ele tenta colocar toda a ciência em uma linha de raciocínio que conceba todas as outras.

    Aconselho muito para você ver, não só está último parte como desde o começo – da parte 1.0 – acredito que isso é um vídeo, documental e complementar a tudo que você expõe aqui.

    Aproveite.
    4.0 Parte 1 de 5:
    http://www.youtube.com/watch?v=8OvOi9bBLOc&feature=channel_video_title

  14. anônimo

    Tudo no universo está ligado.Tudo se relaciona,então é natural se pensar que o acontece em outras “dimensões” também poderá refletir em nossa dimensão também,embora,ainda não tenhamos meios para percebe-las.Na minha opinião não existem outras dimensões,mas na realidade o que existe ou não exite são formas de perceber essas realidades.É um cego que volta a enxergar.O mundo sempre esteve ali,mas ele não conseguia perceber toda a sua existência porque não podia ver.

  15. Ava

    Muito muito muito bom!

    Obrigada!

  16. Ricardo

    “O experimento consistia em girar uma bola de aço ao redor de si mesma, com velocidade crescente. Enquanto a rotação mantinha-se fraca, não havia alteração perceptível. Aumentando o movimento, chegou a um ponto onde os contornos da esfera já não eram mais perceptíveis.”

    Eu costumo imaginar uma pessoa se deslocando de um ponto a outro… Digamos que ela chegue em 1min… Então anda 2x mais rápido, e diminui o tempo pela metade… E ela continua a acelerar e diminuir o tempo… Eu dei é um nó na minha cabeça com isso. RSRS

    1. Daniel

      Olá, só te darei uma breve explicação sobre como a teoria das cordas vê o tempo.
      O tempo é só mais uma dimensão, ou seja, mais uma direção na qual você está sempre em movimento, a velocidade desse movimento já está predefinida e é igual a velocidade da luz (aproximadamente 3×10^9), porém para se haver movimento no mundo, é necessário pegar “emprestado” parte da velocidade do tempo, então se você está vibrando, correndo, ou fazendo qualquer movimento, você está viajando mais lentamente no tempo. Porém somente velocidades muito absurdas fazem grandes diferenças no tempo…

  17. Franco-Atirador

    Sendo assim, acredito que um dos maiores questionamentos filosóficos que podemos fazer é:

    Por quê o número 7? Caímos na velha e misteriosa resposta: é a Vontade de Deus/Todo?

    O 7 se espalha pelo TODO, numa espécie de fractal infinito, ou em outros planos inimagináveis para nossa consciência há outras combinações?

    Talvez o fato do 7 se espalhar pelo TODO – se assim for – seja uma evidência do Todo fractal. Talvez seja a melhor forma, dentre infinitas possibilidades, de se criar a Harmonia. Mas, há uma melhor forma dentre infinitas possibilidades (pequeno mindfuck)?!

  18. Franco-Atirador

    Pensando MELHOR, caímos novamente na questão do melhor, ou seja, da perfeição. MAS, para o termos (o melhor) precisamos de um alvo, de um objetivo, o qual terá como meta encontrá-lo (o melhor (meio)) para conquistá-lo (o objetivo). Sendo assim, o melhor e o infinito se juntam novamente, na eterna dança da relatividade!!!!

  19. Franco-Atirador

    Sobre a Arca.

    De acordo com o pensamento acima, pude entender que seria esta a melhor geometria para nossa alma abrigar a luz do Criador. Mas parece que o Todo é realmente fractal infinito, e então nesse caso o 7 tem que estar em todo ele.

    Após o excelente podcast 16, onde Chiconeli discorreu maravilhosamente bem sobre a árvore da vida como a geometria fundamental que o Criador usou para criar o finito dentro do infinito, pude baixar um maior entendimento sobre td isso, inclusive sobre a confusa (para mim) arca da aliança.

    Tendo em vista que a Luz do criador desce dos mundos superiores para este, e entendendo essa luz como a força/energia que anima e harmoniza tudo, os átomos e etc, entende-se que a arca da aliança é nada menos que a tecnologia que permite “baixar” a energia dos mundos superiores de uma maneira muito potente e funcional, refletindo um espelho da geometria do Criador, criando uma espécie de buraco, ou abertura metafísica onde a luz possa chegar a esse plano com maior intensidade, mas como a Luz de Deus é seletiva, ela só se harmoniza com bons corações (por isso era tão perigosa para não-sacerdotes). Nesse sentido, a arca da aliança é a versão física, tecnológica, material, de nossa alquimia interna para alcançar o Criador afim de receber mais de Sua Luz.

    E agora a pergunta: A arca da aliança é um Merkaba?
    Não achei nada sobre merkabas aqui, vc poderia fazer um post sobre, também outro comentando sobre a Arca estar ou não na Etiópioa, o que que tá rolando, etc.

    Mto obrigado, Marcelo!

    Shalom!

  20. Franco-Atirador

    E ah, por favor: Existem mundo abaixo do nosso? A lógica segundo o raciocínio de fractal eh que sim, mas parece que pela kabbalah não, já que aqui em malkut eh o ultimo lugar da luz e talz, e pelos meus estudos todos os outros planos (astral, mental, budico, atmico… sei la mais oq) estão em vibrações mais altas. Agradeceria se pudesse explicar, isso me encana pakas. Vlw.

    @MDD – Opa, se tem mundos inferiores aos nossos rsrsrsrs… as qlipoths e os Túneis de Set são alguns deles.

  21. Daniel

    Só para constar, no inicio, quando você fala de bosons, átomos e etc, você está falando de mecânica quântica, teoria comprovada, mas quando você fala de dimensões, ai a história muda, porque é teoria das cordas, que ainda está em desenvolvimento…

  22. Franco-Atirador

    E ah, é por isso que Jesus era conhecido como A Arva Vivente! An, an?

  23. Franco-Atirador

    E acho que um pergunta melhor seria: existem mundos mais DENSOS que malkut?

    @MDD – Sim.

    1. klisostom

      Onde encontro mais informações sobre esses mundos?

  24. Franco-Atirador

    1- Então as Sefira são relativas?

    2- Há consciências que os habitam? Se sim, de que tipo?

    3- A densidade vai até o infinito ou existe um limite? Se há limite, o que há além dele?

  25. Anônimo

    Dois números que parecem sempre se repetir são o 7 e o 12.

    São 7 notas musicais principais, mas marcando com os sustenidos principais, estas tornam-se 12, exatamente como os signos do Zodíaco.

  26. Jéssica

    Me surgiu uma dúvida, médiuns serão sempre pessoas de peixes ou com muitos planetas em peixes, ou não? Existe a possibilidade de pessoas de qualquer signo ou qualquer mapa astral serem médiuns?
    Comecei a me interessar pelos seus posts por conta de que tenho certas dúvidas inclusive relacionadas à astrologia, que não conseguia sanar no espiritismo (http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2010/10/horoscopo-na-visao-espirita.html), e estou conseguindo aqui. Parabéns e obrigada pela sua dedicação!

  27. Aloisio Rocha Batista

    Olá MDD, sou consideravelmente novo por aqui, tenho lido seus posts e me identificado com muitas coisas aqui relatadas..

    Se você tiver um tempo, poderia explicar um pouco mais sobre os pensamentos, sonhos e emoções, por gentileza?

    Grato!

    Aloisio

  28. L. Gomes.

    Cada chacra representa cada uma dessas vibrações. Certo? Se sim, quando conectamos com o Todo, chegando em Sahasrara(ou Kheter), seria quando atingimos a vibração da cor branca?
    Faz sentido?

  29. Sanchez C-137

    Primeiramente quero elogiar o trabalho deste site, estou achando até o momento sensacional.
    Quero deixar uma visão que pode parecer meio inocente, mas recentemente comecei a ler O Caibalion, e estes posts estão me dando um entendimento muito profundo sobre o livro.
    Pretendo beber de todo o conhecimento disponibilizado por este site, estou acompanhando os podcast do projeto mayhem, e só tenho a agradecer a equipe pelo trabalho

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