O Alfabeto Templário, o Alfabeto Marciano e o Menino do Acre

Olá crianças,

Desde o suposto desaparecimento do guri lá nos cafundós do Acre, quase todos os dias recebo emails e mensagens pedindo algum comentário sobre todo o circo que a mídia retardada brasileira ergueu. Bem, a gente tem como base “não bater palma para maluco dançar” aqui no TdC, por isso não comentamos falsos Videntes da Luz que “avisam” sobre os desastres DEPOIS que eles ocorrem, ou fazem “previsões” de eventos DEPOIS que eles ocorrem, ou picaretas que vendem “Pactos com Lucifer”, “Pactos Pactoruns” e outras baboseiras porque a cada cinco pessoas que são alertadas e se afastam desses picaretas, outras dez escrevem pedindo recomendações e indicações dos videntes e amarradores “sérios”…
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Watchmen e a Kabbalah

Depois de ver o rap do Alan Moore, fui buscar no TdC o post que escrevi sobre a Kabbalah e Watchmen e descobri que ainda não havia escrito um… What the fuck? pensei… tinha certeza que já havia feito, mas deve ter sido em alguma realidade paralela, então aqui está.
Para não atrapalhar os estudos de vocês, não vou colocar nada a respeito das razões pelas quais cada Personagem está em cada Esfera e deixar a lição de casa para cada um de vocês solucionar com o auxílio do Livro de Kabbalah Hermética. Seguem anotações sobre as referências Ocultistas em Watchmen:

Cuidado: Contém Spoilers da HQ!

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Vitamina Nerd

Olá Crianças! Estava com saudades de escrever escrachadamente, como no antigo Sobrecarga, lá no final da década de 1990. Quando o Felipe Novax e o Luan Bião me convidaram para comentar séries, filmes…

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Entrevista sobre RPGQuest no Site Jogos com Leite

Entrevista com Thiago Leite a respeito de Boardgames, RPGs, Kabbalah, Hermetismo, Financiamento Coletivo e muito mais... Link para o Projeto RPGQuest https://www.catarse.me/rpgquest O Financiamento Coletivo começa à Meia Noite de Domingo para Segunda…

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Redes Sociais e as Qlipoth


Este é um Post bastante importante, vindo de alguns textos postados por meu amigo Douglas Donin em relação ao afastamento de muitas pessoas (eu inclusive) das Redes Sociais, em especial do Facebook. Vocês devem ter reparado que passei a postar mais imagens e textos diretamente no Teoria da Conspiração do que no Facebook (ou provavelmente não perceberam, porque o feed está programado para diminuir a alimentação da sua timeline quando o link é para sites externos então você está recebendo menos material do Blog e mais sobre picuinhas e tretas inúteis com assuntos que você provavelmente não daria importância em outras situações). Recomendo que vocês leiam com bastante atenção:

Ainda sobre largar o Facebook.
Não recomendo “largar” o Facebook. Não vou excluir o perfil, vou simplesmente parar de alimentá-lo diretamente, senão em circunstâncias bem mais raras e específicas. Vou ainda divulgar coisas (principalmente o local onde vou passar a escrever, possivelmente, e preferencialmente, com amigos). Recomendo, isso sim, DIMINUIR SUA IMPORTÂNCIA. Radicalmente, de preferência. E recomendo que todos façam isso.

O fato é que o Facebook NOS PAUTA. Ele te encontra pela manhã, e te diz: “Olá, isso é o que vai te indignar hoje, isso é o que vai te mobilizar hoje, isso é o que vai te fazer compartilhar coisas hoje, e o que vai fazer você gerar mais conteúdo para mim”. Ele faz isso porque sabe MUITO sobre o seu comportamento e rede. Ele usa algoritmos complexos, cada vez mais refinados, para te manter girando com uma paixão maior em torno de um campo menor de assuntos. Faz isso selecionando coisas para aparecer, e o pior, coisas para SUMIR de sua visão.
Isso faz você girar em espiral, com um raio de curva cada vez menor, em velocidade cada vez maior.

O Facebook não é o problema, o problema é o modo como o Feed do Facebook é construído para cada um. É feito para estimular essa espiral, e nisso conta com a colaboração de uma mídia que não soube lidar muito bem com sua transformação e se rendeu ao sensacionalismo. Mídia que não está interessada em ter o “melhor jornal para vender”, mas que está interessada em ter a manchete que mais estimula o click, com a chamada mais apelativa. Ela quer o click. Note que o conteúdo em si é irrelevante, pois a decisão do click ocorre antes da apreciação do conteúdo. Quase sempre, a própria decisão de compartilhar ocorre antes da apreciação do conteúdo. Click, click, click. Milhares de anzóis jogados na água, a grande maioria com minhocas de mentira.
Em uma sociedade sadia temos que ter constante exposição a coisas que não queremos ver. Estamos virando crianças mimadas com esse mundinho feito por encomenda. Isso sempre existiu em algum grau, mas estamos nos aproximando perigosamente do não-diálogo.

E tem outra coisa. Nisso, nessa busca do click, quantas polêmicas falsas, quantas não-pautas, quantas guerras inventadas ajudamos a engrossar e transformar em realidade, como uma profecia auto-realizável? Alguém em sã consciência iria, no mundo real, no mundo das pessoas de carne e osso, dar ouvidos a uma estupidez como “apropriação cultural” se não fosse a máquina de potencializar conflitos do Facebook em ação? Até tentamos criar a noção de que várias desses conflitos eram pura besteira, mas parece que perdemos… de lavada.
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